sábado, fevereiro 26

Procedimentos para sua aula........

Dicas práticas de como criar alguns procedimentos para a sua sala de aula.
 
Professores inexperientes começam o primeiro dia de aula assumindo que devem apenas separar os conteúdos a serem dados aos alunos. Professores eficientes e experientes gastam a maior parte do tempo das duas primeiras semanas de aula em ensinar os alunos a seguirem os procedimentos.
A sala de aula tem de ter procedimentos claros para os alunos seguirem. Toda vez que o Professor desejar que algo seja feito, tem de existir um procedimento ou um conjunto de procedimentos para a realização da tarefa.
Alguns dos procedimentos que logo de início todo Professor deve ensinar aos alunos incluem:
Entrada na sala de aula: Será em fila? Sozinhos ou acompanhados do Professor? Professor estará aguardando na porta para recebê-los? As carteiras estarão identificadas no primeiro dia? Cada um escolhe o lugar que quiser para sentar ?

Saída no término da aula: 10 minutos antes do sinal todos devem começar a guardar o material e arrumar as carteiras? só depois que der o sinal é que será permitido começar a arrumar os materiais? Alunos saem em fila ou não ? Saem primeiro os meninos e depois as meninas? Saem todos juntos com o Professor? Saem apenas quando a sala de aula estiver em ordem?

Retorno do intervalo: Podem entrar ainda comendo o lanche e tomando o refrigerante? Podem entrar depois que todos já estiverem na sala? Qual a tolerância permitida para retornar do intervalo? Podem mascar chicletes durante a aula? Podem levar garrafinhas de água para a sala? O que acontece se o aluno não retornar à sala de aula no horário estipulado?

Atraso e faltas: Qual a tolerância para o atraso? Após o prazo tolerado qual será a consequência? Quem a aplica? Em caso de falta como o aluno ficará a par das tarefas dadas? Qual o prazo será dado para que o aluno coloque em ordem o caderno?

Mantendo o silêncio na sala: Para que os alunos se acalmem e prestem atenção no Professor é preciso criar um sinal para que eles saibam que você quer a atenção deles. Pode ser: sempre que você levantar a mão, ou fechar a porta, ou colocar a sua cadeira na frente do quadro negro, ou simplesmente ficar em pé com as mãos para trás, ou ainda fazer uma contagem regressiva do tipo 5, 4,3,2,1,0.

Como a aula será iniciada: Será com uma roda de conversa? Uma oração? Uma música? com o roteiro da aula já escrito no quadro negro?

Esclarecimento de dúvidas: O aluno deverá levantar a mão durante a explicação? Após a explicação? Deverá ir até a mesa do Professor após a explicação? O Professor irá até a carteira do aluno esclarecer? Haverá um plantão de dúvidas após a aula?

Trabalhos/Tarefas entregues fora do prazo: Serão aceitos ou não? A pontuação sofrerá alteração de quanto? Como os trabalhos devem ser entregues: digitados ou manuscritos?

Trabalhos em grupos: Os grupos serão sorteados pelo Professor ou os alunos poderão escolher quem quiser? Os grupos serão de quantos alunos? Caso um dos integrantes não esteja se empenhando? No caso de plágio ? No caso do trabalho ter sido feito por outra pessoa que não o aluno?

Bullying: Os alunos que estiverem sofrendo intimidações dos colegas podem recorrer a quem? Quando ? Onde? Qual será a abordagem adotada para com o aluno agressor e o agredido?

OS PROCEDIMENTOS:

Muitos dos problemas de comportamento na sala de aula são causados pela falha em ensinar aos alunos como seguir os procedimentos. O Professor tem de aprender como efetivamente, criar procedimentos e fazer com que os alunos os pratiquem.
Abaixo segue o resumo de um método de três passos que é muito eficaz para ensinar os procedimentos da sala de aula aos alunos:
 
- EXPLIQUE: Esclareça, explique e demonstre o procedimento

- PRATIQUE: Faça-os praticarem e praticarem sob sua supervisão

- REFORCE: Revise, reforce, pratique, e reforce o procedimento até que o mesmo torne-se um hábito e uma rotina para o aluno.
 
Se a sua sala de aula já tem procedimentos implementados, essas dicas vão ajudar a esclarecer ainda mais como melhorá-los. Se a sua sala de aula ainda não tem os procedimentos, saiba que você precisa implantá-los com urgência.
 
Texto retirado do site "S.O.S Professor"

AJUDANDO SEU FILHO A ADMINISTRAR O STRESS

AJUDANDO SEU FILHO A ADMINISTRAR O STRESS

Sinais de stress

São muitos os sinais de stress em crianças. Os sinais físicos incluem dor de cabeça, dor de estômago, ranger de dentes, erupções na pele, aumento de alergias, doenças crônicas, mudança de apetite ou de sono. Os sinais emocionais e psicológicos incluem medo ou preocupação excessivos, vergonha ou culpa, apatia ou falta de interesse, depressão ou tristeza, instabilidade de humor e baixa tolerância à frustração - em outras palavras, incapacidade de regular a afeição e as emoções. Os sinais comportamentais são o retraimento, a timidez exagerada. A preocupação excessiva com alguma atividade, as explosões de raiva, as crises de choro, as reclamações e criticas, a implicância e a agressividade. Quando qualquer um desse sinais de stress ameaça o bem estar e a capacidade de funcionar, é necessário buscar ajuda.
 
O que os pais podem fazer

* Primeiro que tudo, conhecer e entender o filho, principalmente porque é muito importante saber reconhecer quando ele está estressado e, se possível, o motivo do stress. Também muito importante é tentar viver e observar os fatos da perspectiva dele e não apenas da sua.

* Segundo, conhecer a si próprio. Tentar entender o como e o porquê da sua maneira de agir. Como o filho influencia a maneira de reagir dos pais? Qual o papel que a própria infância tem na maneira de tratar o stress do filho?

* Perceber quais as expectativas que se tem para consigo próprio e para com o filho, e se essas expectativas são compatíveis com a realidade e com a idade dele. Normalmente, expectativas são rígidas e inflexíveis. Podem ser identificadas como o que está sendo chamado de ''tirania do deveria". Quando alguém acha que "meu filho deveria fazer suas obrigações sem ser lembrado", está querendo que o filho obedeça a um conjunto de regras pré-determinadas. Isso impede que seconheça a criança como ela é, o que ocasiona não só mais stress para ela como limita sua habilidade natural de lidar com esse stress. Tipicamente, as expectativas não realistas da própria criança têm origem nessas exigências.

* Evitar atribuir motivos para o comportamento da criança. Quando isso é feito, pode-se estar criando algo que não existia, aumentando desnecessariamente o stress. É importante entender que qualquer pressuposição a respeito do filho, verdadeira ou falsa, é, essencialmente, um reflexo dos próprios sentimentos. Quando os pais se sentem manipulados ou controlados pelo comportamento do filho, não pressupor que é intencional da parte dele mas, ao invés disso, refletir sobre sua própria experiência e interpretação.
 
* Estabelecer limites firmes mas razoáveis e impor disciplina de maneira constante e não humilhante. O objetivo do modelo parental é agir com sabedoria e autoridade. Evitar rigidez excessiva, inflexibilidade, permissividade, inconsistência, proteção excessiva e controle.

* A boa comunicação entre os pais e o filho é de vital importância. A criança está sempre comunicando, seja falando, agindo ou não fazendo nada. Prestar atenção. O filho guiará os pais. Como já mencionado, não presumir saber o que ele está pensando ou sentindo ou o que pretende fazer. Presumir que conhece o filho tão bem que pode ler sua mente é um pré-julgamento e impede que se escute realmente o que ele está tentando dizer.

* Isso leva ao que talvez seja a mais importante função dos pais a de validar o filho através da validação dos sentimento e emoções dele. Na verdade, antes de escutar o que os pais têm a dizer, o filho precisa sentir que é percebido e compreendido pelo que realmente é. Há muitas maneira de diminuir o valor e a auto-estima de alguém. Humilhar é a mais comum, seja através de abuso físico ou emocional, negligência ou controle excessivo.

* Algumas vezes, invalidamos o que temos intenção de validar. Dizer a uma criança para não se preocupar, pois tudo vai dar certo, pode passar a mensagem de que os temores dela são errados e que o julgamento que ela fez do que pode acontecer é tolo. Isso pode fazer com que se sinta incompreendida ou que ela mesma é deficiente por se sentir daquela maneira. A sugestão é que, primeiro, seja reconhecido o medo da criança e dado apoio aos seus sentimentos; é muito provável que quando e se ela se sentir validada, estará mais aberta tanto para receber o apoio como para escutar o conselho.

CONSELHO AOS PAIS: PREPARAR OS PROFESSORES DOS SEUS FILHOS

Preparar os professores do filho é vitalmente importante para um ano escolar positivo. Estar atento ao conteúdo do que dizer e do processo do como dizer.

Em nível formal, compartilhar com eles livros, artigos e panfletos breves e precisos. Considerar a doação de cópias para serem distribuídas ao pessoal da escola. Identificar nos textos os aspectos que se relacionam especificamente com o filho, também identificando aqueles que não. Muitos professores ainda não conhecem o tipo predominantemente desatento do TDAH, aquele que não demonstra hiperatividade.

Além do material já existente, recomenda-se que os pais e a criança escrevam, separadamente, uma carta pessoal para os professores. Essa é uma forma de aproximar o aluno do seu professor de maneira mais pessoal - um nível que facilita as conexões humanas entre estudante, pais e rofessores. A carta dos pais ao professor deve incluir uma descrição da criança como portador de TDAH, identificando qual o subtipo que ela possui e especificando as características que apresenta. Também pode ser identificado o grupo de profissionais que acompanha o tratamento e o tratamento propriamente dito. Essa carta é a oportunidade de apresentar a criança como uma pessoa inteira, não apenas um portador de TDAH. Descrever alguns detalhes das técnicas que os pais e os professores anteriores descobriram que ajuda o aluno, como lembretes sobre mudanças na programação ou sinais de aviso combinados. Também identificar as técnicas que não funcionaram ou, até mesmo, prejudicaram. Finalmente, incluir informação pessoal: coisas que gosta e não gosta, passatempos, traços fortes, dificuldades e conquistas.

Sabendo quanto tempo leva para aprender a lidar com uma criança de "alta manutenção", quer-se diminuir o tempo que demora para o professor passar a trabalhar de maneira eficaz com um aluno portador de TDAH. Alguns desses alunos são, honestamente, difíceis de apreciar na sala de aula, de maneira que qualquer coisa que possa ser feita para apresentá-Ios como mais acessíveis, amáveis e fáceis de conectar-se, é positiva para eles.
 
Como os pais podem ajudar seu filho a lidar melhor com o stress? A primeira recomendação é informar-se o melhor possível sobre o funcionamento infantil para poder entender o comportamento dele

Neurologia e Pedagogia: uma parceria possível e desejável

Neurologia e Pedagogia: uma parceria possível e desejável

Com freqüência, ouve-se de profissionais da área da educação que o empenho em se fazer um diagnóstico médico não se traduz, em geral, em vantagens práticas significativas. Nem para o educando nem para o educador. Ouve-se, também, que rotular crianças não tem nenhuma outra função além de estigmatizar aquela criança e de fazer dela uma "síndrome" e não mais um aluno. Essa idéia tem tanta aceitação entre alguns profissionais que determinados procedimentos, como por exemplo, testes psicométricos, são evitados para que tais rótulos não possam ser aplicados. Outros profissionais evitam diagnósticos claros, como deficiência mental, autismo infantil ou epilepsia, por julgarem que esses termos somente trarão mais problemas aos pacientes e seus familiares.
De certo modo, seria como se o diagnóstico médico de alguém com qualquer tipo de prejuízo tivesse apenas uma importância - a relação com o aprendizado - mas sem trazer benefícios ao paciente, objeto do estudo, nem aos profissionais da área da educação envolvidos com o paciente.
Uma primeira questão seria saber se o neurologista tem instrumentos que lhe permitem definir melhor o prejuízo presente e apontar, eventualmente, caminhos a serem seguidos no processo de habilitação.
A resposta a esta questão é, evidentemente, SIM. O neurologista, na verdade hoje um neurocientista, tem a possibilidade, através do exame clínico e dos recursos propedêuticos existentes e disponíveis entre nós, de identificar inúmeras condições que podem cursar com prejuízos na área da educação. Não somente estas condições podem e devem ser identificadas como, em boa parte dos casos estudados, consegue-se definir a etiologia do quadro e o perfil das dificuldades presente. A identificação dos prejuízos presentes e do perfil de funcionamento neuropsicológico possibilitarão à equipe encarregada do caso traçar um programa de intervenção que represente a forma mais rápida, barata e eficaz de atualizar o potencial presente no paciente.
A determinação de um perfil neuropsicológico permite que possamos conhecer não apenas os canais mais incompetentes, mas, e mais importante, quais os canais mais competentes, através dos quais deveremos enfatizar os esforços terapêuticos. Atualmente, há um consenso no sentido de que muito mais útil do que insistir na tentativa de normalizar ou atualizar a incompetência dos indivíduos é tentar investir nas suas habilidades.
A identificação do diagnóstico funcional e sindrômico pode auxiliar, também, a reconhecer condições neurológicas progressivas que podem manifestar-se, inicialmente, de modo muito sutil, por vezes através de um distúrbio do comportamento e/ou da aprendizagem escolar. A identificação de uma patologia progressiva, freqüentemente letal e geneticamente determinada, é evidentemente desejável e o mais precocemente possível.
O aluno portador de necessidades especiais é um indivíduo que, por força de sinais e sintomas variados, recebe com freqüência algum tipo de medicação psicoativa. A participação do neurologista na equipe possibilitará que efeitos colaterais destes medicamentos possam ser identificados e que suas ações sobre o sistema nervoso possam ser discutidas, uma vez que poderão determinar ou maximizar alguns problemas de aprendizagem. Uma determinada criança pode vir a ter prejuízos mais ou menos sérios no que se refere à aprendizagem escolar não em função de uma determinada patologia que apresente (epilepsia, por exemplo), mas sim em razão dos efeitos colaterais que os medicamentos utilizados (como os anticonvulsivantes) podem determinar. Evidentemente que neste aspecto, mais uma vez, a colaboração entre o neurologista e o educador será de extrema utilidade par que uma ação terapêutica possa ser traçada.
Por outro lado, compete ao neurologista a prescrição de psicofármacos que poderão, em certas circunstâncias, ser extremamente benéficos aos alunos, melhorando, inclusive, a aprendizagem e/ou minimizando problemas comportamentais presentes e que podem interferir muito com a atividade escolar de alguns deles. A parceria com o educador permitirá que eventuais melhoras, bem como possíveis pioras, possam ser identificadas nas salas de aula e discutidas com o médico.
A compreensão, na maior profundidade possível, do quadro clínico do nosso aluno especial será de extrema valia na discussão de que tipo de escolaridade deverá se indicada. Nesta época, em que se discute com muita ênfase a inclusão do aluno especial nas escolas normais, uma compreensão exata do grau de comprometimento do aluno, bem como uma idéia realista a respeito de seu potencial educacional, poderá nortear os técnicos no sentido de optarem por um ambiente escolar normal ou um especial/protegido.
Muito embora estejamos de acordo, em tese, no sentido de que seria desejável que todos os alunos estivessem incluídos e adaptados à escola normal, sabemos perfeitamente que certos tipos de prejuízos impedirão que esta inclusão se faça com vantagens para o aluno. A inclusão dependerá não apenas dos limites impostos pela condição de base, mas também das facilidades existentes na comunidade à qual o aluno pertence.
O objetivo do estudo das neurociências é, em última análise, o conhecimento da função do sistema nervoso tanto no indivíduo sadio quanto naquele que apresenta algum desvio. Este conhecimento pode e deve reverter em benefício dos portadores de necessidades especiais na forma de procedimentos e métodos educacionais e terapêuticos idealizados a partir do conhecimento da função neural na saúde e na patologia.

Jose Salomao
*Médico neuropediatra, Doutor em Neurologia Clínica pela Escola Paulista de Medicina, Professor do Curso de Pós-Graduação da Universidade Mackenzie.

Como Lidar com o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade na Pré-Escola

Lisa O'Brien *
como administrar.....

Sam explodiu para dentro da sala de aula. Mexeu no material de todas as mesas de atividades mas não ficou sentado tempo suficiente para completar nenhuma delas. Cinco minutos depois de ter entrado na salal, gritou: "O que é que eu posso fazer agora?" Brincou com brinquedos que não estavam incluídos nas atividades planejadas. Na hora da arrumação, fez barulho, andou de um lado para o outro e resistiu seriamente à mudança de atividade. Durante o trabalho de grupo, esteve irrequieto, interrompeu os trabalhos e, finalmente, se levantou e ficou andando pela sala. Quando a mãe de Sam veio buscá-lo no final da aula, falei que tinha sido um dia difícil mas que eu faria o melhor possível para ajudá-lo a ter um bom ano Disse que estava contente de Sam estar na minha sala. Eu estava dizendo a verdade, mas fiquei preocupada imaginando o quanto Sam poderia aprender neste ano e se eu teria a paciência e o preparo para controlar adequadamente seu comportamento desafiador. Sabia que era necessário conseguir uma parceria com seus pais e aplicar estratégias práticas para poder obter sucesso.
Sam, com as outras 3 a 5% crianças em idade escolar, tem TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade). Ter TDAH é como ser míope — o mundo está fora de foco. Você já tentou dirigir com cerração forte? Crianças com TDAH não conseguem focalizar a atenção nas coisas por muito tempo e logo se sentem irrequietas e aborrecidas, de modo que seguem um estímulo atrás do outro, sempre insatisfeitas, não conseguindo completar quase nenhuma atividade. Crianças com TDAH não enxergam com antecedência as conseqüências de uma ação, nem aprendem facilmente as lições que essas conseqüências trazem. Vivem o momento presente, levadas pelo impulso e pela necessidade de estímulo. Como resultado, não pensam no perigo de atravessar a rua atrás de uma bola ou de conversar com estranhos. Uma criança com TDAH pula de uma árvore, quebra a perna e, assim que tira o gesso vai lá e pula outra vez. Socialmente, sentem que estão dois passos atrás dos colegas. Emocionalmente, freqüentemente estão dois ou três anos atrás dos colegas. Infelizmente, crianças com TDAH são pouco compreendidas e muitas vezes classificadas como preguiçosas, não inteligentes ou problemáticas. Na realidade, muitas dessas crianças se esforçam muito para modificar o comportamento, mas seu esforço nunca é suficiente para modificar a impressão que se tem delas. Para crianças com TDAH, a vida é uma experiência frustrante. Para falar a verdade, elas se sentem tão frustradas quanto seus professores.
Se você é um professor que enfrenta o desafio de uma criança com TDAH, é possível modificar a sala de aula e suas lições de modo que o ambiente seja mais feliz e mais tranqüilo para você, seu aluno com TDAH e as outras crianças da turma. Aqui vão algumas sugestões.
Hora da arrumação. Avise com antecedência a criança com TDAH que haverá uma mudança de atividade. Acerte o alarme do relógio para ela saber quanto tempo tem para sua arrumação. Seja firme mas reforce positivamente durante as transições. Elogiar e premiar se ela conseguir se arrumar e se unir ao grupo antes do alarme soar.
Hora de grupo/história. Sente a criança perto de você. Permita que ela ajude de alguma maneira (segurando a gravura, passando coisas). Elogiar e premiar quando ela permanecer junto com o grupo durante o tempo todo, ou mais tempo do que da última vez. Isto é extremamente difícil, especialmente para crianças com TDAH muito pequenas.
Hora do lanche. Ensinar a criança a ficar no seu lugar até que tenha acabado de comer. Novamente, coloque o alarme para ela saber quanto tempo tem para comer. Avisar e retirar sua comida se ela sair do lugar. Mostre compreensão para com seu aborrecimento, mas não devolva a comida. É possível que ela perca algum antes de aprender a permanecer sentada até terminar a refeição. Premiar generosamente quando ela finalmente conseguir! (Observação: Isto pode não funcionar com todas as crianças, principalmente com aquelas que não têm fome no horário do lanche devido à medicação. Se a falta de apetite for um problema, talvez seja necessário permitir um horário alternativo para o lanche.)
Hora do descanso. Seguir a mesma rotina a cada vez. Designar um local para o descanso e colocar a criança no mesmo lugar a cada vez. Elogiá-la por ficar no seu "cantinho" e permanecer quieta até a hora do descanso terminar. Muito importante: retirar o maior número que puder de elementos que distraiam. Se você for preparar uma lição ou falar com outro professor durante o horário do descanso, fazer isto longe das vistas e dos ouvidos da criança.
Manter a classe pequena para evitar excesso de estimulação. Se possível, utilizar ajudantes ou outros professores para manter um número não muito grande de alunos por professor. Demonstrar amor, paciência e aceitação. A criança com TDAH necessita da sua ajuda para focalizar e funcionar.
Estruturar. Crianças com TDAH se desenvolvem extraordinariamente dentro de uma estrutura. Siga a mesma rotina dentro da sala de aula. Não ofereça mais de duas atividades ao mesmo tempo. Elogiar atividades que foram completadas.
É importante ensinar as outras crianças que todos somos diferentes, e que todos devem se ajudar. Com as crianças mais velhas da Pré-Escola, dramatizar situações em que uma criança precisa de compreensão, gentileza e ajuda amorosa. Aplicar os conceitos em situações reais da sala de aula. No trato com todas as crianças, utilizar e exigir gentileza. Por exemplo: "Notei que Joana está sendo uma boa amiga ajudando a Márcia a recolher os lápis de cera que caíram no chão" ou "Gosto do jeito que o José está na fila, sem empurrar. Obrigada, José" ou "Vocês viram como a Patrícia está quietinha? Patrícia, você acaba de ganhar uma estrela para a sua agenda".
Você é professor de uma criança muito especial. É muito possível que seu aluno com TDAH seja criativo, inteligente, multi-talentoso e que deseje, acima de tudo, agradar os adultos que o rodeiam. Ele está habituado ao fracasso e a ser mal compreendido pelos outros. O que ele precisa é da sua compreensão, sua aceitação e do seu amor. Se for encorajada e receber oportunidades, essa criança tem um grande potencial para o sucesso.

* Lisa O'Brien foi professora de Educação Especial. Atualmente, trabalha em uma pequena firma de propaganda em Birmingham, Alabama, USA e escreve sobre tópicos educacionais durante seu tempo livre. É membro do CHADD (Crianças e Adultos com TDAH) e tanto ela como seu filho de 3 anos têm TDAH.

AUSÊNCIA DE LIMITES


Freqüentemente vemos na mídia impressa e televisiva, atos de abuso cometidos por adolescentes a colegas de classe e professores, dentro das instituições escolares. E nas discussões surgidas desses acontecimentos, fala-se repetidamente em falta de limites. Mas, quem ensinou as crianças e adolescentes a compreenderem o que são regras, limites, e ainda, para que servem? Verifica-se que os educadores defendem-se com o conhecido discurso sobre a falta empenho familiar, e por outro lado, a família, coloca a falta de tempo e horários prolongados de trabalho como escudo para justificar a sua omissão.

Assim como relata PEREIRA (2007):

A crise econômica obrigou famílias a repensarem e reformularem suas estratégias de vida, sobretudo no que concerne à obtenção dos rendimentos, tendo em vista fugir o máximo possível do impacto da recessão, do desemprego e da perda do seu poder aquisitivo.
Contudo, os atos de vandalismo, desrespeito as regras das instituições familiares e escolares são evidentes, e merecem atenção e estudo por parte dos educadores. Vê-se que existe uma constante busca para impor as regras da sociedade a crianças e adolescentes na contemporaneidade. E para tanto, pais e educadores utilizam-se de instrumentos característicos para impor normas e princípios.
A criança ou adolescente sem limites, geralmente é fruto de uma vida sem obrigações e responsabilidades. A família, muitas vezes utiliza-se do poder aquisitivo, para presentear os filhos, de forma a convencê-los a colaborar com as tarefas domésticas ou esforçar-se nos estudos. Essas atitudes, muitas vezes, é o modo que os pais encontram para justificar o tempo que permaneceu ausente, como bem retrata SAMPAIO (2010): O que acontece é que muitos pais tentam compensar a ausência enchendo a criança de brinquedos para que ela não cobre sua presença constante. Na verdade são os pais que se sentem bem achando que esta atitude preencherá o vazio. Serve como uma válvula de escape.
Medidas como essas, são comuns na sociedade atual, principalmente, nas relações onde ocorrem divórcios, e as mães unem-se com novos cônjuges, para ter outros filhos. A frustração do período de separação, seja ela momentânea ou definitiva, acaba fazendo com que os as famílias adotem medidas paliativas para tratar os traumas vivenciados. Por sua vez, a criança ou adolescente, aceitam as situações que as favorecem momentaneamente, mas como seus desejos internos e profundos não são satisfeitos, acabam apresentando atitudes desafiadoras para com os pais e educadores. ZAGURY (1996, p.31) apud FLORÊNCIO, BARRETO E SABRINA, nos diz que (2009): Sentir limites é para criança uma questão de segurança – uma necessidade básica. Não estabelecer limites é uma opção que um pai pode fazer. Mas é importante que, se o dizer, o faça sabendo que, ao contrário do que possa parecer, é também através dos limites que a criança percebe que alguém se preocupa com ela e a protege. O limite faz com que ela perceba também que esse alguém é um alguém forte, que sabe e tem segurança do que faz. (p.11)
E como a criança e o adolescente passam grande parte de seu tempo dentro das instituições escolares, nada mais natural, que eles manifestem as suas angústias no cotidiano escolar. Porém, nota-se que a comunidade docente, vem agindo como a família que não impõe limite aos seus filhos. Pois hora é complacente com as más atitudes dos alunos e hora é rígida em demasia, utilizando-se do poder da atribuição de nota, para coagir ou beneficiar os que agem conforme o exigido.
É preciso entender, que a criança ou o adolescente que infringi regras e não respeita os limites colocados dentro da escola, apresenta sinais de carência, tanto da família quanto da instituição educativa. As mudanças nas relações sociais e nas relações do mercado de trabalho e da família ganharam novos contornos e conseqüentemente, novos desafios educativos surgem para pais, educadores e responsáveis.
O educando manifesta na convivência escolar os problemas emocionais não resolvidos, e acabam envolvendo-se em brigas, discussões e desrespeito aos professores e funcionários da escola. Assim, com a falta de acompanhamento dos pais e o não envolvimento dos educadores, o indivíduo adquire a independência de forma prematura, sem orientação, e para serem aceitos em grupos, se submetem aos atos de vandalismo, porque muitas vezes, ele não foi repreendido nos primeiros anos, quando as primeiras arestas manifestaram-se. Nesta perspectiva, PEREIRA (2008) nos diz que: Por isso é fundamental que os pais comecem a impor limites e regras desde os primeiros anos de vida, para que a criança aprenda que tudo tem seu horário, que não se deve realizar as atividades quando tem vontade e sim quando pode. É preciso aprender a respeitar a autoridade dos pais, para que mesmo sozinhas, obedeçam às regras e façam as tarefas que foram solicitadas pelos adultos. É fundamental que uma criança cresça em um ambiente cheio de harmonia, paz e carinho, onde haja cooperação, solidariedade e principalmente diálogo, para que assim cada membro compreenda as opiniões do outro e aprenda a respeitá-las.
O comprometimento com educação do indivíduo é uma discussão contínua, onde a eterna dúvida é: até onde deve ir à obrigatoriedade da educação familiar e até onde deve ir à obrigatoriedade da educação escolar. E há uma linha tênue que divide as responsabilidades educativas dessas duas instituições. É preciso lembrar que a escola é o lugar que por excelência deve dedicar-se integralmente ao processo de aprendizagem de seus freqüentadores, e para tanto, deve estar em constante estudo, revendo valores, metodologias, e principalmente, que tipo de ser humano pretende-se formar, e para que tipo de sociedade.
Deste modo, precisamos compreender que a escola é reflexo da sociedade, e vice-versa, portanto é preciso que haja um acordo entre família e escola, para que a escola não transforme o lar em uma extensão da escola, e a família, transforme a escola em reunião familiar, ou consultórios médicos. É preciso que trabalhemos juntos, sem coagir os pais, mas convencendo-os como colaboradores, co-autores de todo o processo sem comprometer a autoridade educativa dos educadores e banalizar a profissão.
E quando conseguirmos formar uma sociedade participativa e crítica, chegará o tempo que não precisaremos mais discutir o que é responsabilidade da escola ou da família, porque todos se sentirão partes integrantes do processo escolar. Para tanto, é preciso que estejamos abertos a assumir a nossa parcela de responsabilidade, já que os compromissos educativos fazem parte destas duas instituições: família e escola.

REFERÊNCIAS
Pereira, Luciana Maria de Souza. Relações Conflituosas no Ambiente Familiar: um desafio para a escola na formação da criança. Trabalhos acadêmicos, Campo Grande, v. 1, n. 7, 2008. Disponível em: [http://www.ufu.br]. Acesso em: 17 Maio. 2010.
FLORÊNCIO, Fabíola Ferreira. BARRETO, Priscila Ane Dantas. Cavicchia. Hiperatividade ou Falta de Limites?, Artigo, Campo Grande, v.1, n.14, 2009. Disponível em: [www.psicopedagogia.com.br]. Acesso em : 17 Maio. 2010.
SAMPAIO, Simaia. Aprendendo a dar Limites. Artigos Simaia Sampaio, Campo Grande, v.1, n.13, 2010. Disponível em: [www.psicopedagogiabrasil.com.br/artigos_simaia]. Acesso em : 17 Maio. 2010.
Publicado em 07/10/2010

Currículo(s) do(s) autor(es)
Carla Elias da Silva Pereira - (clique no nome para enviar um e-mail ao autor) - Graduada em Pedagogia com habilitação em Supervisão Escolar pelo IESF – FUNLEC, Campo Grande/MS

domingo, fevereiro 13

UMA ACOLHIDA....

AIIII..ESSA DINAMICA .......EU ADOREI ..CONHECI NA MINHA ESCOLA COM AS MENINAS DO TERCEIRO ANO...........Q SAO OTIMAS PROFESSORAS......E RESOLVI......PARTILHAR....

Dinâmica de Boas Vindas
 
Tema: valores

Essa dinâmica pode ser feita com turmas até o 3º ano. A professora lê devagar o texto, e quando aparecerem as palavras em destaque, os alunos deverão realizar os gestos determinados. No caso dos alunos pequeninhos, a ordem de executar os gestos pode ser dada através de cartazes com figuras. Já para os maiores, pode ser usada apenas a combinação verbal.

Os gestos podem ser definidos de outra forma também, de acordo com a intimidade desenvolvida pela turma com o passar dos dias e desenvolvimento do afeto entre eles, pois nos primeiros dias, como não se conhecem ainda, pode ser frustrante propor uma atividade onde eles têm que se tocar, já que muitos ficam retraídos no início! Essa sugestão pode ser gancho para uma temática, uma atividade de relaxamento, como atividade nos primeiros dias de aula...

Fiz quando trabalhei valores, por isso o último parágrafo foi diferente. Aqui adaptei para o início do ano letivo*.

Execução e Organização:

As crianças podem estar dispostas em círculo, sentadas no chão, na sala ou no pátio; nos seus lugares, em grupos...

Antes de iniciar, a professora explica a atividade e combina os gestos (ou mostra os cartazes com os símbolos e a combinação).

Depois de “treinar” um pouquinho, a atividade pode ser realizada.
 
PAZ: levanta os braços

AMOR: "joga beijo”

SOLIDARIEDADE: abraça a si mesmo (ou a um colega)

BOAS VINDAS: Bate palmas

Era uma vez, um menino chamado AMOR. Ele sonhava sempre com um mundo diferente, cheio de coisas boas, amizade e felicidade.

AMOR tinha um lindo sonho: que todas as pessoas do mundo colocassem em prática a SOLIDARIEDADE e a PAZ.

AMOR sabia que não era um sonho impossível, mas difícil de realizar. Então, partiu pelo mundo pedindo ajuda a todas as crianças.

Na escola onde estudava encontrou seus amigos e contou seu sonho. Neste instante AMOR começou a perceber que o sorriso dos seus amigos transmitia PAZ e que a SOLIDARIEDADE existia no interior de cada pessoa.

Neste momento, um amigo perguntou:

- AMOR, você encontrou um mundo cheio da PAZ e da SOLIDARIEDADE que procurava?

O AMOR alegre respondeu:

- Sim encontrei! Ele existe no coração de cada pessoa, basta sabermos nos colocar no lugar do outro.

*Assim, o menininho chamado AMOR e seus amigos ficaram muito felizes e saíram por toda a escola, alegres por iniciarem mais um ano letivo e distribuindo sorrisos de BOAS VINDAS.

UMA RESPOSTA!!

Bom pessoal..enquanto estive de ferias..uma profe de Santa Catarina, me escreveu, dizendo q eu postava poucas coisas PRONTAS sobre alfabetizacao...q ela precisava de folhinhas para imprimir e trabalhar as familias silabicas..
pq textos nao ajudam no dia a dia............eu deveria reciclar meu blog...!!!
Querida Melissa......posso te dizer q os textos teorizam.....e q seu comentario sobre letramento e alfabetizacao.......precisam relamente de estudo e texto.....
para vc teorizar suas praticas...........
 A TEORIA QUE DA SUBSIDIO PARA NOSSAS PRATICAS....

Qual a diferença entre letrar e alfabetizar???

 Assim, depois de ler muito, sintetizei os conceitos assim:

Alfabetização é a ação, o ato de alfabetizar, é ensinar a ler, escrever, tornar o indivíduo capaz de comunicar-se através da escrita e da leitura.

Letramento é o grande objetivo no trabalho de linguagem oral e escrita. É fazer com que os alunos sejam indivíduos preparados para ler, escrever, interpretar, compreender, avaliar, reelaborar, sintetizar, os diversos gêneros textuais e as inúmeras formas em que a escrita se apresenta, utilizando-os nas suas práticas sociais, no seu dia-a-dia, e fora da escola.

Para finalizar, uma poesia show de Magda Soares:

Letramento não é um gancho
Em que se pendura cada som enunciado,
Não é treinamento repetitivo
De uma habilidade, nem um martelo
Quebrando blocos de gramática
Letramento é diversão
É leitura à luz de vela
Ou lá fora, à luz do sol
São notícias sobre o presidente,
O tempo, os artistas da TV
E mesmo Mônica e Cebolinha
Nos jornais de Domingo
É uma receita de biscoito,
Uma lista de compras, recados colados na geladeira,
Um bilhete de amor,
Telegramas de parabéns e cartas
De velhos amigos
Viajar para países desconhecidos,
Sem deixar sua cama,
É rir e chorar
Com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
Sinais de trânsito, caças ao tesouro,
Manuais, instruções, guias,
E orientações em bulas de remédios,
Para que você não fique perdido
Letramento é, sobretudo,
Uma mapa do coração do homem,
Um mapa de quem você é,
E de tudo que pode ser."

AH....NO MEU BLOG ......PROCURO DIVIDIR UM POUCO DE MINHAS PRATICAS!!!!
BEIJOS ..OBRIGADA PELAS 500 MIL VISITAS........ADOOOOOOOORO!

sábado, fevereiro 12

PARECERES DESCRITIVOS.........

BOM.. FAZER O PARECER TALVEZ SEJA A PARTE MAIS DIFICIL..
COLOCAR NO PAPEL........UM COMPROMISSO...ENORME..
QUE RESPONSABILIDADE....AQUI VAO ALGUMAS DICAS....
BEIJOS...

"Aprender é apropriar-se da linguagem; é historiar-se, recordar
o passado para despertar-se ao futuro; é deixar-se surpreender-se
pelo já conhecido. Aprender é reconhecer-se, admitir-se. Crer e criar.
Arriscar-se a fazer dos sonhos textos visíveis e possíveis."
(Alicia Fernandez)

      O desenvolvimento infantil acontece de forma singular entre as crianças, sendo assim, consideramos os conhecimentos e valores culturais que as crianças já têm e progressivamente, garantimos a ampliação dos conhecimentos de forma a possibilitar a construção da autonomia, cooperação, criatividade, responsabilidade e a formação do auto-conceito positivo, que levam à formação da cidadania.
      No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem idéias e de criarem hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.
      Nessa perspectiva, destacamos algumas características do(a) educando(a) que permanecem únicas, construindo sua individualidade e diferenças.
***demonstra autonomia para realizar as atividades executando-as com prazer e capricho:
***manifesta seus desejos, preferências e desagrados;
***em alguns momentos demonstra timidez, porém participa das aulas contando uma novidade ou interagindo no diálogo iniciado por outro colega;

***expressa-se com clareza, bom vocabulário, relatando experiências com seqüência e objetividade;

***demonstra atitudes de respeito, solidariedade e carinho para com todas as pessoas com quem convive na escola;

***interessa-se pelas histórias contadas e lidas pela professora e da mesma forma adora manipular os livros;

***demonstra interesse na escrita e leitura; lê algumas palavras

***interessa-se pelas aulas de artes, para ela foram momentos de grande prazer, é criativa, e dedicada nas realizações de suas produções, participando com muita alegria e concentração;


***construiu relações matemáticas, sistematizando com clareza o que foi proposto


Recomendamos livros para estimular o processo de leitura e interpretação e jogos envolvendo conceitos matemáticos.

Quanto mais ricos forem os desafios proporcionados a _____________, maiores serão suas descobertas, suas aprendizagens, o fascínio pelo mundo que está ao seu redor, favorecendo, assim, o prazer e a felicidade de aprender a aprender, aprender a viver junto, aprender a ser, aprender a conhecer.

Sua dedicação e empenho nesta trajetória ampliaram seus conhecimentos e contribuíram para o seu aprendizado. Foi muito bom acompanhar seu desenvolvimento! Você é especial!

Mais uma ideia....

O fazer pedagógico, aqui representado baseia-se principalmente, nas várias atividades que propõe, de que a criança ao enfrentar situações novas, faz uso de conceitos já formados anteriormente, agindo sobre eles, manipulando elementos para assim chegar à solução de possíveis problemas em busca de um novo conceito elaborado.
À medida que as crianças crescem confrontam-se com fatos e realidades diferentes, fenômenos e coisas que as cercam: perguntam, reúnem informações, instigam-se, elaboram e reelaboram conhecimentos observados anteriormente, arriscam respostas e formulam hipóteses, geram mudanças no modo de pensar sobre a natureza, seu mundo social e sua cultura, visto que, nos primeiros anos de vida, elas apropriam-se de conhecimentos práticos do seu dia – a – dia, compartilhando esses conhecimentos com as primeiras pessoas que as cercam, com seu mundo social, constroem seus conhecimentos antes da chegada à escola.

Estamos felizes com o progressos de _____________________durante este início de ano letivo!

Destacamos: ______________... ( criatividade, independência, respeito com os amigos, afetividade, comunicação...)

Participa das atividades propostas, __________________________... ( apresenta interesse em aprender, atenção, concentração... ) ( colabora nas Rodas de Conversa, Momento de Leitura, …(técnicas)

Expressa suas idéias________________________ ...( sem dificuldades, seu vocabulário é rico, assimila os conteúdos com facilidade...)

Sua coordenação motora _______________________( desenvolve-se a contento . está dentro de sua faixa etária...)

Reconhece as_____________________( letras do alfabeto , numerais - citar os temas )

Pinta ____________________( dentro dos limites propostos, com variação de cores, boa noção espacial ...)

Observa e explora os ambientes com interesse ...

Recomendamos:______________________( reconhecer que há hora para tudo, saber esperar sua vez, aceitar imposições e críticas, aceitar as diferenças, dedicar-se mais aos trabalhos escolares, saber ganhar e perder, trabalhar o tom de voz, aceitar suas limitações e as limitações dos outros, se permitir errar e não desistir no percurso... ( são as dificuldades colocadas de forma indicativa ).

CLARO..QUE CADA ESCOLA ..CADA LUGAR..CADA SALA..CADA CRIANCA..TEM SUAS ESPECIFICIDADES....AQUI TEMOS UM CAMINHO...E NAO UM PARECER PRONTO!
BEIJOS

PROFESSORES........

OI...GENTEMMMMMMMM...SAUDADES..VOLTANDO DE FERIAS E ATUALIZANDO..TUDO.......

1. Os professores eficazes Cuidam.
Eles preocupam-se com os seus alunos, o seu trabalho e consigo mesmos.
Eles tratam os outros com dignidade, que respeite a integridade dos outros.
Dão prioridade ao benefício dos outros.
Afirmam os pontos fortes dos outros e reconhem o valor de ser... é uma espécie de amor.

2. Os professores eficazes Partilham.
Compartilham os seus conhecimentos, ideias e pontos de vista com os outros.
A sua vontade de compartilhar é uma forma de vida para eles.
Eles não retêm informações para benefício pessoal.

3. Os professores altamente eficazes Aprendem.
Eles sempre buscam a verdade e significado.
Procuram descobrir novas ideias e insights.
Eles refletem sobre suas experiências e incorporam a aprendizagem nas suas vidas.
Estão dispostos a melhorar as suas competências.
Continuam a crescer e a desenvolver-se ao longo das suas vidas.

4. Os professores altamente eficazes Criam.
Eles estão dispostos a experimentar o novo e o desconhecido, a assumir riscos para melhorar os resultados educacionais.
Qualquer coisa que valha a pena fazer, pode valer a pena falhar.
Não são desencorajadas por uma falha ocasional; reformulam o erro como uma oportunidade para fazer melhor, como resultado da experiência.

5. Os professores altamente eficazes Acreditam.
Eles têm fé nos alunos.
Confiam nos alunos e estão dispostos a conceder-lhes liberdade e responsabilidade.
Eles têm expectativas altas para seus alunos, bem como para si próprios.

6. Os professores eficazes Sonham.
Eles têm uma visão de sucesso.
Eles são movidos por uma imagem de excelência, mais que as suas capacidades inatas permitem.
Sempre procuram melhorar, nunca se contentam apenas com o remedeio e a mediania.

7. Os professores eficazes Desfrutam.
Ensinar não é apenas um emprego para eles, é o seu trabalho.
Eles vivem-no com alegria, satisfação, entusiasmo e vigor.