sábado, fevereiro 28

MAIS UM SELINHO...
MUITO OBRIGADA..
CLARO QUE VEIO DE UM ESPAÇO....MUITO LINDO E ESPECIAL....
VISITEM ESTE ESPAÇO.....http://lizzyezandrinha.blogspot.com/



Este selinho deve ser repassdo à oito blogs que considero extremamente charmosos, e cujos blogueiros não estejam interessados em se auto promover, mas que tenham como objetivo fazer novos amigos...
Então, aí vai...
BOM FINDI......ESTA SEMANA TEM MUIIITAS SURPRESAS...

domingo, fevereiro 22



Alguns relatos e dicas sobre agressividade infantil....

Sabemos que nossas práticas sempre abrangem comportamentos, e atitudes inadequadas de nossos alunos..vamos sempre investigar...observar...pesquisar.....encaminhar.......olha que eu andei lendo...



Agressividade na infância: até que ponto é normal?


Fragilidade e insegurança. Esses são os dois principais motivos que ocasionam comportamentos agressivos por parte das crianças, podendo resultar em ferimentos nela própria e em outras pessoas. Situações como o nascimento de um novo bebê na família, separação dos pais ou então a perda de algum parente próximo contribuem para a mudança repentina na maneira de agir do filho.
"As crianças são totalmente emocionais e pouco racionais. Por não saberem lidar com alguns sentimentos, podem expressá-las por meio de atos agressivos", explica a especialista em psicologia clínica para crianças e adolescentes, Keila Gonçalves.
Sabe-se, no entanto, que a agressividade não é um traço de personalidade. Se seu filho está agressivo, certamente ele está sendo influenciado pelo cotidiano familiar e, em menor escala, por fatores externos, como a televisão, amizades, entre outros.
Segundo Keila Gonçalves, os pais devem ficar preocupados quando as atitudes perturbadoras se tornam prolongadas. "Algumas vezes, as crianças apresentam uma agressividade não apenas transitória, mas permanente, ou seja, parecem estar sempre provocando situações de briga. Este é o momento de entrar em ação".
Observar muito bem cada atitude e manter o diálogo são os primeiros passos para descobrir a causa o problema. Muitas vezes, o pequeno da família pode estar vivendo situações de conflito, seja em casa ou na escola, que o faça desempenhar algum tipo de papel, agredindo e deixando-se agredir, como conseqüência desta dinâmica em que pode estar inserido.
O comportamento hostil geralmente se origina por inúmeras razões: dificuldade de relacionamento com outras crianças; algum tipo de abuso ou humilhação por parte dos adultos; pais que evitam dizer “não” quando necessário (podendo transformar em uma criança possessiva) ou excesso de cobrança.
Nesses casos, a criança precisa de ajuda, mais do que de punição.

Torna-se urgente assisti-la, por meio de muita observação e diálogo, para que se possa interromper esse ciclo de violência. É recomendada a ajuda de um especialista, que orientará os pais sobre a maneira correta de proceder.
Outra medida importante é a relação de cumplicidade entre a família e a escola. Saber sobre o comportamento do seu filho fora de casa e informar a educadora sobre os problemas percebidos podem ser fundamentais. "Muitas vezes, há uma melhora sensível quando a criança percebe que seus pais enxergaram o problema", revela a psicóloga. Como se percebe, o afeto é o caminho mais tranqüilo e menos doloroso para arrancar a tensão de dentro do seu querido. Basta saber usá-lo.


Com carinho, atenção, podemos juntamente com a família......ajudar......nossos pequenos...

beijos até mais...

terça-feira, fevereiro 17






MOTIVAÇÃO NA APRENDIZAGEM



O professor deve lançar mão de recursos que levem o aluno à motivação para que a aprendizagem ocorra, realmente, de maneira eficaz. Será possível ainda formar cidadãos éticos e interessados no saber?
Os professores estão sempre se perguntando sobre o que devem fazer para que os alunos realmente aprendam.Segundo o dicionário Silveira Bueno, motivação quer dizer exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Através dessas definições, pode-se constatar que estar motivado é estar animado, entusiasmado. Para isso, é necessário ter motivos para se chegar a esse estado.
Qualquer coisa que se faça na vida, é necessário primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender.
O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Como por exemplo:


• Dar tratamento igual a todos os
alunos;


• Aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola no momento de montar o currículo, incluir temas que tenham relação, isto é, estejam ligados à realidade do aluno, a sua história de vida, respeitando a sua vida social, familiar;


• Mostrar-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor;


• Ser paciente e compreensivo com o aluno;


• Procurar elevar a auto-estima do aluno, respeitando-o e valorizando-o;


• Utilizar métodos e estratégias variadas e propostas de atividades desafiadoras;


• Mostrar-se aberto e afetivo para e com o aluno;


• “Acolher” realmente o aluno;


• Dar carinho e limites na medida certa e no momento adequado;


• Manter sempre um bom relacionamento com o aluno, e consequentemente, um clima de harmonia;


• Fazer de cada aula um momento de real reflexão;


• Ter expectativas positivas acerca do aluno;• Saber ouvir o aluno;• Não ridicularizá-lo jamais;


• Amar muito o que faz, a sua profissão de professor;


• Mostrar para o aluno que ele pode fazer a DIFERENÇA, isto é, que ele tem o seu lugar e o seu valor no mundo;


• Perceber que ele, o professor, pode fazer a DIFERENÇA, para o aluno;



********O professor deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa , desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.
É ISSO AÍ QUERIDAS PROFESSORAS...VAMOS....NOS DEDICAR...E ENCARAR ESTE ANO, SEMRPE ACOLHENDO NOSSOS ALUNOS COM CARINHO .....
BEIJOS ATÉ AMANHÃ............

domingo, fevereiro 15



Novas posturas, para as velhas relações, com os filhos e com a Escola
"Uma verdade existe sem depender de opiniões."



Nossa sociedade mudou, temos uma inversão de papeis e valores, mais informação do que podemos absorver, a mulher trabalha fora, o avanço tecnológico foi grande, a família mudou, a criança mudou, o aluno e a escola também mudaram....Tanta mudança gera confusão e expectativas. Buscando proteger os filhos das mudanças, os pais estão oferecendo proteção excessiva, ao invés de desenvolver as capacidades dos filhos para que eles vençam na sociedade. A família está perdida e acaba achando que a escola é que tem que educar seus filhos. A família é responsável pela educação e a escola, pela formação de habilidades para competências na vida adulta.
Neste contexto, o melhor que podemos fazer por nossos filhos é sermos consistentes na sua formação desde bem pequenos, a frustração, o não dito com firmeza, as tarefas diárias, o dinheiro regulado, o tempo bem distribuído, entre outros limites, favorecem a conscientização cidadã. Mas, nada disto terá qualquer significado se não for mediado pelo exemplo dos adultos; nossos filhos são frutos do meio, porém é na relação familiar que os verdadeiros valores se formam e se consolidam. De nada adianta os pais darem limites, como assistir à tevê só em determinadas horas, proibir certos tipos de música, cobrar respeito ao próximo, exigir que não falem palavrão, se eles burlam as leis e os valores morais e adotam a postura: "faça o que eu falo, mais não faça o que eu faço". Suas atitudes valem mais que mil palavras. Busque ações simples e concretas que possam ajudar seu filho a assumir responsabilidades de forma coesa e correta, como por exemplo: peça a seu filho, principalmente os menores, para que o ajude com os afazeres (guardar os brinquedos, limpar a mesa ou guardar a roupa limpa), comente com eles os programas e musicas atuais, coloque-o a par da realidade financeira da família. A criança que aprende ter responsabilidades desde de pequena, sai melhor na escola e na vida! Lembre-se: "a palavra convence, o exemplo arrasta". Seja um modelo a ser seguido, que lê, acha a aprendizagem emocionante, gosta de resolver problemas, tentar coisas novas e que respeita a si mesmo, o outro e as regras da sociedade. Na relação com a escola, esteja seguro da escolha que fez e dê espaço para a escola trabalhar. Demonstre respeito tanto pelo sistema escolar quanto pelo professor. As acusações verbais contra a escola podem engendrar em seu filho sentimentos contrários à escola e dar a ele um pretexto para não se esforçar. Mesmo quando não estiver de acordo com uma política da escola, é seu papel estimulá-lo a obedecer às regras da escola, assim como precisará obedecer às regras mais amplas da sociedade. Caso esteja descontente com a escola, procure o responsável e converse com ele. Como pais, não questionamos o pediatra, o dentista, no máximo sugerimos, mas na escola nos achamos no direito de dar palpites de determinar ações, de corrigir a metodologia ou a proposta educacional. Será que, nos pais, somos os especialistas nesta área? Quando a criança entra na escola, ela começa a aprender a enfrentar a vida por conta própria. E, se os pais insistem em intervir nesse processo, só um sai perdendo: a criança ou o adolescente. Quase todos os pais têm a "mania" de perguntar aos filhos como foi o dia na escola. Isto é positivo, ajuda-o a sentir que a escola é importante para a família, porém, quando isto se torno uma cobrança, onde o filho é obrigado a falar sobre a escola, se transforma em um desrespeito. É preciso que os pais entendam que a escola é o primeiro lugar onde os seus filhos têm controle sobre uma situação que eles (pais) não têm. É o primeiro sentimento de privacidade! E é preciso que os pais respeitem isto. A criança não querer comentar sobre a escola, não significa que não goste da escola. Na escola, seu filho deverá compreender que os deveres de casa, os trabalhos escolares e as notas são questões estritamente entre ele e seus professores, que deverão estabelecer as metas para atingir um melhor aproveitamento escolar. Seu filho deve sentir-se responsável pelo êxito e pelos fracassos na escola. Muitas vezes por ansiedade ou por necessidade de controle, invadimos o espaço escolar, a intenção sempre é a melhor, porém corremos o risco de passar a mensagem errada, assumindo a responsabilidade de estudar no lugar de nossos filhos. Os pais que se sentem responsáveis pelo aproveitamento escolar de seus filhos abrem a porta para que seu filho passe a responsabilidade disto para eles, os pais. Isto é muito comum na hora do "Para Casa", a cena é: pais cobrando e filhos enrolando. Não se torne o responsável pelo dever de casa. De autonomia para seu filho e também demonstre que confia em sua capacidade.Já pensou ao invés de cobrar o dever de casa, perguntar a que horas ele irá fazer e se irá precisar de algo específico para as atividades. Isto é ser parceiro no processo e não o dono do processo. Assumir a responsabilidade pelos deveres de casa ajuda as crianças a crescerem e se tornarem adultos responsáveis que cumprem suas promessas, respeitam seus limites e triunfam em suas tarefas. Um dos principais objetivos do dever de casa é ensinar a seu filho como trabalhar por conta própria. Por outro lado, não se esqueça é muito importante que ele perceba sua atenção aos deveres de casa e também às atividades diárias da escola. Só não se esqueça de respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, cada um tem o seu ritmo e o seu tempo, não dá pra ficar comparando, mesmo que o seu filho e o filho do vizinho tenham a mesma idade e estudem na mesma escola.
A boa colheita depende da semeadura
Tudo que aqui foi dito, precisa ter como pano de fundo, uma escolha consciente pela escola para seus filhos. Hoje existem inúmeras propostas e metodologias, cabe a cada família buscar aquela que melhor ira complementar a formação que deseja para seus filhos. Gostaria apenas de ressaltar ainda, a escolha da escola para os pequenos, na educação infantil, a criança não vai para escola só pra brincar, a educação infantil é a base para a vida escolar; de 0 a 6 anos aprendemos comportamentos que iremos precisar para a vida inteira, é também o período que temos a maior capacidade de absorver informações. Assim escolher uma escola neste período requer muita seriedade e comprometimento. As formas de ensinar são lúdicas (brincadeiras muitas vezes) mais a intencionalidade é que faz toda a diferença.

Para terminar, deixo algumas sugestões:

**********Trabalhe junto com a escola. Escola e família têm papeis diferentes, mais um objetivo comum.
**********Respeite o espaça de cada um.
**********Pergunte sempre a seu filho, como foi o dia na escola, mas não cobre uma resposta.
**********Respeite sua privacidade.
**********Compreenda que a responsabilidade das tarefas de casas é do seu filho.
**********Seja parceiro quando necessário, mas não assuma a responsabilidade.
**********Permita que ele arque com as conseqüências. Ah! Lembre-se que não é objetivo de um bom dever de casa, manter seu filho ocupado, assim não deve ser em excesso.
**********Estimule-o a pensar por si só. Deixe que ele resolva os seus problemas, busque alternativas, ache soluções.
**********Não torne o horário de estudos uma batalha, negocie e estabeleça metas.
**********Cobre os resultados.
**********Preocupe-se menos com a nota e mais com a aprendizagem.
**********Confie na escola e caso tenha duvidas resolva-as com a escola e não com outros pais ou com seus filhos.
**********Escolha bem a escola que irá matricular seus filhos, visite-a e conheça seu Projeto Político Pedagógico, após a escolha acredite em sua proposta e aceite sua forma de trabalhar.
**********Ao ir ao shopping, visite também as livrarias com o seu filho.
*********Lembre-se: "a palavra convence, mas o exemplo arrasta" Seus comentários e principalmente suas ações influenciam diretamente na vida escolar de seus filhos.
Bibliografia: Entrevistas diversas com Tânia Zagury e Roseli Sayão.

sábado, fevereiro 14


OUTRO PRESENTINHO..ESPECIAL

DO Espaço Ecucativo Vivendo e Aprendendo

VISITEM....

É UM ESPAÇO MARAVLHOSO....

ENTREM E CONFIRAM...

http://eevivendoeaprendendo.blogspot.com/


Atenção as regras:
1-Escolher no mínimo 3 blog's, não há limite máximo (pode ser quantos vc desejar);
2 - A regra é que o blog homenageado deve ser educativo ou relacionado a educação;
3- Os blog's escolhidos devem ser ativos com postagens atuais;
4- Link quem te ofereceu o selinho e deixe o link dos homenageados.

MEUS ESCOLHIDOS SÃO:
1. http://anjinhosdepijama.blogspot.com/

2. http://zandrabss.blogspot.com/

3. http://letrinhasecompanhia.blogspot.com/

BOM FINAL DE SEMANA...

sexta-feira, fevereiro 13


Eis então os dez passos na

direção de uma pedagogia do desenvolvimento humano:


*****Aprimorar o educando como pessoa humana. A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.

A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.


*****Preparar o educando para o exercício da cidadania. Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania. O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.


****Construir uma escola democrática. A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão. Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada. Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais. Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.

****Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho. Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.


****Fortalecer a solidariedade humana. É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana. Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.


****Fortalecer a tolerância recíproca. Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando. A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.


*****Zelar pela aprendizagem dos alunos. Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula. No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental. O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno. Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.


*******Colaborar com a articulação da escola com a família. O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula. Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa. A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.


*****Participar ativamente da proposta pedagógica da escola. A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos. Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.


******Respeitar as diferenças. Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio. O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos. O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens.


****Pela manhã, o bom religioso, abre o livro sagrado e reflete sobre o bem e o mal. Por um feliz amanhã, o bom professor abre a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e aprende a conciliar o conhecimento e a humanidade.


Sobre o Autor: O professor Vicente Martins é graduado e pós-graduado em Letras pela UECE com mestrado em Educação pela UFC. Atualmente, Tem um site em:
http://www.dislexiologia.hpg.com.br

QUEM NÃO ENTENDEU O RECADO..........PRECISA REVER O SER PROFESSOR...BOM FINAL DE SEMANA....

ESTILOS DE APRENDIZAGEM.



Observe as crianças brincando, interagindo, e aprendendo e uma coisa vai ficar muito clara. Algumas crianças gostam de aprender as coisas de um certo modo enquanto que outras se sentirão mais confortáveis aprendendo a mesma, mas de uma maneira totalmente diferente.Essa "maneira" individual pela qual a criança prefere aprender é, na essência, o Estilo de Aprendizagem dela.Por exemplo: As Crianças que gostam que leiam histórias para elas podem ter um Estilo de Aprendizagem diferente daquelas que preferem brincar com Blocos de Construção (tipo Lego), ou Cantar músicas, ou simplesmente Brincar com as outras crianças. Assim, conhecendo que tipo de abordagem é a mais adequada para seu filho ou aluno, vai ficar muito mais fácil para você criar experiências educacionais muito mais eficazes, divertidas, e ainda fazer desse processo um ato de prazer.


O Que é um Estilo de Aprendizagem?


Um Estilo de Aprendizagem é um método que uma pessoa usa para adquirir conhecimento. Cada indivíduo aprende do seu modo pessoal e único. Um Estilo de Aprendizagem não é o que a pessoa aprende e sim o modo como ela se comporta durante o aprendizado. Só lembrando, Estilos de Aprendizagem ajudam a explicar porque uma criança pode aprender a dizer todo alfabeto após ler um livro de alfabetização, enquanto que outras podem aprender a mesma coisa brincando com Blocos de Construção que tenham letras, e ainda outras podem aprender o mesmo cantando músicas como a Canção do ABC. Atualmente, existem pelo menos
Sete Estilos de Aprendizagem identificados:

****Físico (indivíduo que usa muito a expressão corporal)
****Interpessoal (indíviduo extrovertido)
****Intrapessoal (indíviduo introspectivo)
****Linguístico (aqueles que se expressam melhor com palavras)
****Matemático (os que usam mais o pensamento/raciocínio lógico)
****Musical (se interessam mais por sons e música)
****Visual (exploram mais o aspecto visual das coisas)


Como São usados os Estilos de Aprendizagem?


Para exemplificar melhor, conhecendo o Estilo de Aprendizagem da criança você, ou o professor dela, estarão aptos a criarem programas educacionais que serão mais personalizados, mais motivantes e significativos no que diz respeito a eficácia e assim com resultados muito melhores. Crianças adquirem conhecimento e absorvem o que aprenderam quando aquele assunto ou habilidade em jogo é ensinado a elas de um modo que há empatia entre a mesma e o tema abordado. Descobrir o Estilo de Aprendizagem da criança é descobrir como ensinar-lhe com mais eficiência e resultados.


Fisico:


As Pessoas com estas características são os inquietos, os fuçadores, os desmontadores de equipamentos e brinquedos, os que querem saber como funciona e ver por dentro, os que não conseguem ficar sossegados em seu lugar. Eles são pessoas que não conseguem ficar sentadas por muito tempo. Eles simplesmente raciocinam melhor quando seus corpos estão em movimento. Eles interagem melhor com o mundo através do contato manual e corporal. Os "Aprendizes" físicos adoram esportes, inventar, construir e dançar. Quando estão aprendendo ou adquirindo capacitação acadêmica, essas pessoas se beneficiarão mais com atividades de expressão corporal, manipulando e tocando objetos, realizando exercícios, etc. Eis alguns exemplos de profissinais com estas características; Dançarinos, Atletas Profissionais, Cirurgiões, Mecânicos, Construtores, e todos os tipos de Artifícies em todas as áreas.


Resumo:

. Aprendem mais tocando e manipulando objetos

. Se sentem melhor aprendendo em movimento

. Tem boa coordenação motora e habilidade física

. Se ficam parados por longos períodos não pensam direito

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize aulas práticas com montagens e construções de objetos e simulações

. Inclua aulas virtuais em computadores

. Alterne seções teóricas e práticas durante a aula.


Intrapessoal:


São as pessoas solitárias, aquelas que marcham conforme o ritmo da sua própria conveniência, e podem ser descritas pelos outros como tímidas. Estas pessoas não são anti-sociais, eles apenas pensam melhor quando são deixados à vontade para ditarem seu próprio ritmo. Elas se relacionam melhor com o mundo sob uma ótica independente e através da auto-reflexão. Atividades que pessoas assim gostam e são bem sucedidas inclui escrever, pesquisar e explorar a Internet. Quando estão aprendendo ou adquirindo capacitação na escola, os aprendizes Intrapessoais obterão melhores resultados com atividades onde possam trabalhar sozinhos, projetos independentes, e trabalhos de pesquisa. Alguns exemplos de profissões para pessoas com este perfil são Psicólogos, Escritores, Filósofos, Programadores de Computador, etc.



Resumo:


. Rendem mais trabalhando sozinhos

. São persistentes e tentam várias alternativas para resolver problemas

. Tem um raciocínio lógico muito apurado e são reflexivos

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize projetos independentes com eles

. São pesquisadores natos, use e abuse de trabalhos de pesquisa

. Trabalhos em grupo só em último caso, preferem seguir seu próprio caminho.


Interpessoal:


São as pessoas conhecidas com os ajudantes de plantão, os assistentes comunitários, os autênticos carregadores da equipe. Elas conseguem o melhor de si quando podem defender suas idéias e podem ajudar os amigos a resolverem problemas. Elas se relacionam melhor com o mundo através de suas interações com os outros e um entendimento de como as pessoas trabalham em grupo. As atividades onde terão melhores resultados são equipes esportivas, grupos de discussões e organização de eventos. Quando estão assimilando novas informações ou desenvolvendo sua capacitação na escola, elas obterão melhor desempenho com Jogos em Equipe, Trabalhos de Pesquisa em Grupo, ou trabalhando em pequenas equipes. Alguns exemplos de profissionais com este perfil são Conselheiros, Advogados, Professores, Políticos, Treinadores, Executivos, e Artistas tai como; Atores, Comediantes, etc.


Resumo:


. Rendem mais trabalhando em grupos

. Gostam de ajudar, ouvir e dar opiniões. Adoram viver rodeados de gente

. São organizadores natos de eventos e festas

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize projetos em grupos com eles

. São excelentes ouvintes

. Organize trabalhos onde possam lidar com o público, debates, entrevistas.


Linguístico ou Verbal:


São as pessoas conhecidas como os comedores de livros, os artesões das palavras, e pessoas que sempre sabem o vão falar. Estas pessoas são aquelas que causam impacto quando se expressam através de palavras faladas ou escritas. Elas se relacionam melhor com o meio através da linguagem. Estes indivíduos podem obter melhores resultados com atividades que incluam o uso da palavra falada, escrita de Poemas e leitura Literária. Quando estão aprendendo ou construindo sua capacitação profissional, elas se beneficiarão mais como Contadores de Histórias, Conferencistas, na condução de Entrevistas, Leitura e Escrita. Algumas profissões de pessoas com essa natureza são Autores de Peças de Teatro ou Novelas, Jornalistas, Conferencistas, Redatores de Publicidade, etc.


Resumo:


. Adoram ler e contar histórias

. Tem uma excelente memória e capacidade de organizar tramas literárias

. Tem boa fluência verbal e facilidade para se expressar

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize projetos literários com eles, vão adorar

. Realize concursos para redação de textos publicitários

. Realize debates de temas polêmicos, criação de uma peça de teatro, etc


Matemático:


São as pessoas conhecidas como os gênios matemáticos, os apaixonados por jogos, e os seguidores e defensores das teorias Científicas. Isto não quer dizer que para concordar com alguma coisa esta precise ser provada cientificamente, isto significa apenas que eles pensam de acordo com o padrão lógico. Sua relação com o mundo é melhor através do Raciocínio, Números, Padrões e Sequências. As atividades que mlehor de indentificam com eles incluem contagem e classificação de objetos, criação de tábuas cronológicas e tabelas, e solução de problemas complexos. No desenvolvimento de sua capacitação na escola, elas obterão melhor desempenho com Experiências Científicas, Acompanhamento passo-a-passo de processos, e usando cálculos matemáticos. Alguns exemplos de profissionais com este perfil são Cientistas, Matemáticos, Advogados, Contadores, etc.


Resumo:

. Adoram tudo que esteja relacionado com números

. Gostam de jogos de todos os tipos

. Tem um raciocínio lógico muito apurado

. Conseguem assimilar fácilmente a realização de processos complexos

Dicas para ensiná-los melhor:

. Ao ensiná-los é preciso que os assuntos tratados possam ser comprovados

. São relutantes em aceitar as leis da tradição. Sem provas, nada feito

. Realize projetos onde possam organizar e classificar coisas e objetos

. Realize projetos de pesquisas cientifícas ou comportamentais


Musical:


São aquelas pessoas que vivem cantando ou entoando algum som mesmo com a boca fechada, os cantores e aqueles descritos com tendo um ouvido musical. Vêem sons em tudo. Eles podem não serem os melhores cantores ou músicos, mas eles tem uma habilidade natural para interagir e entender os sons, musicais ou não. Sua relação com o mundo é através dos sons e ritmos sonoros. As atividades que podem ser mais proveitosas para elas são ouvir músicas, tocar instrumentos, interpretar sons, e cantar. Quando estão aprendendo ou adquirindo capacitação acadêmica, essas pessoas se beneficiarão mais escrevendo letras e canções para músicas, tocando instrumentos para acompanhar seus trabalhos ou de outros, ou desenvolvendo projetos de multimídia. Eis alguns exemplos de profissinais que aplicam seu Estilo Musical no trabalho são Cantores, Músicos, Maestros, Engenheiros de Sons, Produtores Musicais, Web Designers, etc.


Resumo:

. Adoram tudo que esteja relacionado com sons e músicas

. Gostam de cantar, interpretar e escrever músicas

. Tem um ouvido muito sensível para interpretar todos tipos de sons

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize projetos para criação teatros musicais

. Realize projetos onde possam escrever letras para músicas já existentes

. Realize projetos de pesquisa, biografia e bibliografia musicais

. Realize projetos para criação de trabalhos em multimídia


Visual:


Estas pessoas são os modernos Picassos e Renoirs, os grafiteiros e rabiscadores, e indivíduos que tem um talento natural para as cores e para harmonizar ambientes. Os indivíduos Visuais parecem ter um senso artístico que faz com que tudo criem pareça agradável aos olhos. Sua relação com o mundo é através de pinturas e imagens. As atividades que podem ser mais proveitosas para elas incluem pintura, escultura, e a criação de artes gráficas. Quando estão aprendendo ou adquirindo capacitação acadêmica, essas pessoas se beneficiarão mais com desenho e criação de diagramas inclusive gráficos, leitura cartográfica, criação de mapas, ou realizando demonstrações Eis alguns exemplos de profissinais que aplicam seu Estilo Visual no trabalho são Arquitetos, Pilotos, Marinheiros, Pintores e Escultores, Web Designers, Criadores de Anúncios Visuais, etc.


Resumo:

. Tem uma grande facilidade para organizar com harmonia ambientes

. Obras de arte, pinturas, gravuras, cores, seu mundo é quase só isso

. Para aprender precisam ver o trabalho sendo realizado

. São artistas plásticos em potencial

Dicas para ensiná-los melhor:

. Realize projetos onde possam criar cenários para peças de teatro

. Faça um projeto para a criação de um Site para a turma ou escola

. Peça para que criem apresentações multimídia dos trabalhos da escola

. Realize projetos com interpretação de mapas, diagramas e obras de arte

. Use e abuse de ilustrações, gráficos, slides, filmes, etc, em suas aulas.


PERGUNTA FREQUENTE....


Meu ALUNO pode ter mais de um Estilo de Aprendizagem?
Sim. Cada indivíduo está apto a usar todos estes diferentes métodos durante seu aprendizado, portanto todas as pessoas são capazes de usar todos os Estilos de Aprendizagem. No entanto, o mais comum é que a pessoa tenha um ou dois Estilos que trabalham melhor para ela quando estão aprendendo. Assim, há o Estilo primário (o dominante) e o secundário.


ADOREI ESTE TEXTO.....
OLHA ONDE PESQUISEI...


Estilos de Aprendizagem - Bibliografia


Kolb, David A. 1984. Experiential Learning: Experience as the Source of Learning and Development. Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, N.J. Smith, Donna M., and David A. Kolb. 1986. The User's Guide for the Learning-Style Inventory: A Manual for Teachers and Trainers. McBer & Company. Boston, MA.

Resumo dos Estilos de Aprendizagem - Veja material adicionalhttp://pss.uvm.edu/pss162/learning_styles.html

QUE BELEZA.......É BOM...RECEBER PRESENTES

OLHA O QUE EU GANHEI....... DE UM ESPAÇO ABENÇOADO....QUEM NÃO CONHECE ESTÁ PERDENDO TEMPO...
PASSEM POR LÁ ....E ENCANTEM-SE.....

MUITO OBRIGADA.......Meninas...........





E vamos as regrinhas???
1 -Escolher no mínimo 3 blog's, não há limite máximo (pode ser quantos vc desejar);
2 - A regra é que o blog homenageado deve ser educativo ou relacionado a educação;
3 - Os blog's escolhidos devem ser ativos com postagens atuais;
4 - Link quem te ofereceu o selinho e deixe o link dos homenageados...
Bom... Indico para receber esse selinho lindo os cantinhos especiais...

beijos.......meninas



terça-feira, fevereiro 10

Portifólio..uma alternativa...


Portifólio na Educação infantil...


Meninas é trabalhoso sim...mas completa nosso trabalho.....e ajuda no desenvolvimento dos nossos picuchos...olha só... o q eu tenho lido......


O QUE É PORTFÓLIO?


É uma técnica inovadora, de avaliar o progresso das crianças através de um conjunto de procedimentos contínuo, são instrumentos de estimulação do pensamento reflexivo.

Essa técnica, pode-se dizer que é uma avaliação contínua mais autêntica, objetiva e compreensiva, permitindo acompanhar todos os processos de aprendizagem.

Resumindo PORTFÓLIO não é um deposito de trabalhos “organizados”é sim um suporte para podermos observar e respeitar o ritmo e auxiliando e dialogando com as crianças sendo um ser singular.

Assume-se então uma estratégia conjunta de reflexão ,ação e avaliação


1-Reflexão(ões) crítica(s) individualizada acerca do grau de participação nos projetos de ação-intervenção com objetivos previamente formulados.

2-Participação dos pais.

3-Reflexão crítica do processo de desenvolvimento do projeto e suas limitações;
4-Produtos em suportes áudio, vídeo.

5-Reflexões final: auto avaliação da participação no processo de avaliação.


CRITÉRIOS DO PORTFÓLIO:

1-Registra idéias, experiências e opiniões acerca do processo de formação.Registar e refletir, de forma sistemática, as suas idéias, motivações, opiniões, propósitos, registra todas as considerações de ordem crítica que considera pertinentes.



FICHA AVALIATIVA:


CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:


NÍVEL I:Satisfaz: Revela intenções claras ,mostra curiosidade e persistência.

Nível ll: Não satisfaz: com algumas dificuldades em concretizar suas idéias.


2-Desenvolve idéias através de experimentação, exploração e avaliação.
FICHA AVALIATIVA:CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:

Mostra que é capaz de explorar ideias de várias formas através de experimentação de possibilidades. Conseguindo encontrar várias possibilidades novas.

NÍVEL I :Satisfaz: Seleciona, analisa e interpreta criticamente.Nível ll: Não satisfaz: Mostra algum interesse na descoberta ,mas limita na organização da informação.
3-Revela capacidades de análise crítica dos produtos elaborados.Consegue avaliar os mesmos e (re)adequá-los à prática educativa.
4-Analisa criteriosamente os materiais produzidos.Coerência entre o todo e as partes, em termos do processo global; Coerência entre o discurso de reflexão crítica (anteriori-posteriori);Avaliação global do seu trabalho em si.

FICHA AVALIATIVA:CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:NÍVEL I :Satisfaz: utiliza problemas pré estabelecidos fazendo sempre uma auto reflexãoNível ll: Não satisfaz: explicita vagamente os problemas pré estabelecidos,limia-se apenas em repetir.
5-Avalia o portfólio como um todo.Esta parte será feita após a conclusão do portfólio, tentando responder a questões como:- Forma de desenvolvimento do projeto;FICHA AVALIATIVA:CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:NÍVEL I :Satisfaz: o resultado foi selecionado criteriosamente demonstrando assim compreenção.Nível ll: Não satisfaz: o resultado final revelam baixa capacidade técnica do domínio da linguagem escrita.
6-Avalia o resultado como um todo:
FICHA AVALIATIVA:CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:NÍVEL I :Satisfaz: Analisa o progresso ocorrido referindo as intenções e fontes.Nível ll: Não satisfaz: Utiliza critérios de avaliação ,não fundamenta a qualidade do seu trabalho nem a forma como desenvolveu.
CLARO QUE OS CRITÉRIOS VARIAM DE ACORDO COM A IDADE, A TURMA, ENFIM, CADA HISTÓRIA É UMA.....VAMOS OBSERVAR......E TRABALHAR..........BEIJOS
RETIREI ESTE ESTUDO DO LIVRO MANUAL DE PORTIFÓLIO

segunda-feira, fevereiro 9

Ahammmm...aqui tem mais regrinhas...
Elas são necessárias em nossa rotina......e de extrema importância para a autonomia de nosso pequenos...........




































domingo, fevereiro 8

CARTAZES.....













REGRINHAS PRONTAS PARA IMPRIMIR.....








OLHA QUE FOFO ESTES NÚMEROS COM HISTÓRIAS...
RETIREI DA REVISTA MAESTRA.....
É SÓ USAR....






































quarta-feira, fevereiro 4


ESCOLAxADAPTAÇÃOxUM MUNDO NOVO.




Orientações para acolher alunos e pais no início do ano letivo.


Introdução:


De acordo com os especialistas, um pouco de ansiedade é normal nas crianças que começam a frequentar a escola, pois irão passar por uma nova experiência. E muitas vezes a ansiedade excessiva pode ser causada pela insegurança dos pais em relação à escola e à adaptação do filho.
Para diminuir a ansiedade é necessário muito diálogo da professora com os pais, sempre priorizando o acolhimento da criança.
É claro que um ambiente alegre, aconchegante, com enfeites, brinquedos e música alegra e estimula a presença e permanência da criança.


DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO:



INFORMAÇÃO: OS PAIS PRECISAM ESTAR BEM INFORMADOS SOBRE A ROTINA DA ESCOLA, SOBRE A PROPOSTA, OS PROJETOS, O PLANEJAMENTO, OS VALORES DA ESCOLA, É NECESSÁRIO UMA REUNIÃO E UM MOMENTO DE ENTREVISTA PARA CONTATO E ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS.


CONVERSANDO COM OS PAI CONHECEMOS MUITO DA CRIANÇA, E AUTOMATICAMENTE DESENVOLVEMOS UM ESPÍRITO DE CONFIANÇA COM TODOS OS ENVOLVIDOS.



ACOLHIMENTO: ESTA SITUAÇÃO É DELICADA PARA TODOS, É NECESSÁRIO DAR CUIDADOS E ATENÇÃO PARA OS PAIS TAMBÉM, PRECISAMOS CONFORTAR A TODOS CARINHOSAMENTE, APRA QUE SE ESTABELEÇAM LAÇOS DE CONFIANÇA.



PERÍODOS MAIS CURTOS: NO INÍCIO PARA OS ALUNOS MAIS PEQUENOS É NECESSÁRIO UM PERÍODO MAIS CURTO, COM MUITAS BRINCADEIRAS, E ESTE DEVE SER PROLONGADO GRADATIVAMENTE.




CHORO: O QUE FAZER QUANDO DUAS OU MAIS CRIANÇS CHORAM AO MESMO TEMPO??

É NECESSÁRIO MANTER A CALMA, NÃO ALTERAR O TOM DE VOZ, CANTAR MÚSICAS, RETIRÁ-LAS DO AMBIENTE POR ALGUNS MINUTOS, É NECESSÁIRO SEMRPE VOLTAR A ATENÇAÕ DA CRIANÇA PARA OUTRA QUE NÃO SEJA O CHORO.



LINGUAGEM: PRIORIZE OLHAR, O GESTO, O TOQUE, A ATENÇÃO, O CUIDADO E TOM DE VOZ.



DIFERENTES EXPERIÊNCIAS: FAVOREÇA O CONHECIMENTO DO ESPAÇO, DOS COLEGAS, DOS MATERIAIS, DAS REGRAS, DA PROFESSORA E DA ROTINA, QUANDO O PROFESSOR ORGANIZA A ROTINA, DÁ À CRIANÇA A DIMENSÃO DE EMPO E AJUDA A LIDAR COM A ANGÚSTIA.


ATENÇÃO!!


Tente imaginar, você adulto, ao enfrentar o primeiro dia em um novo trabalho ou ainda sozinho em uma festa, onde todos são seus desconhecidos. Sensação ruim essa, não é? Pois é. A adaptação da criança na escola pode demorar de um dia a meses dependendo da idade e do tipo de relação que tem com as pessoas mais queridas.
É importante que a mãe, o pai, avós ou alguém com quem a criança tem um vínculo afetivo forte a acompanhe nos primeiros dias. Essa pessoa deve ficar em algum espaço que a escola tenha reservado para isso enquanto que a criança reúne-se com a professora e os novos amiguinhos. Sempre que a ansiedade, insegurança ou choro resolverem aparecer, a criança vai ao aconchego desta pessoa para que saiba que tem um respaldo e que não foi abandonada. É imprescindível que os pais permitam essa aproximação, pois ela precisa formar vínculos com a professora e os novos amigos. Se os pais ficam dentro da sala de aula é claro que a criança vai ficar o tempo todo debaixo da proteção e não conseguirá estabelecer um relacionamento.
Aos poucos ela vai percebendo como é gostosa essa nova vida e entendendo o que significa a escola, aonde ela vai se socializar, desenvolver a coordenação, aprender a lidar com tempo, espaço, lateralidade, percepção, desenvolver a linguagem, pensamento lógico, aprender músicas, fazer artes plásticas, além de outras artes, lidar com a diversidade e elevar sua auto-estima além de muitos outros aspectos. É claro que ela não quer nem saber que está desenvolvendo tudo isso, pra ela é pura brincadeira e é isso o mais divertido, desenvolver todos esses aspectos de forma lúdica e saudável.
A partir dos quatro anos a adaptação costuma ser bem mais tranqüila, pois a criança já verbaliza bem e compreende o que está acontecendo. Neste caso um ou dois dias já costumam ser suficientes para que a criança se integre.
É comum neste início que a criança fique ansiosa, proteste para evitar enfrentar essa situação. Afinal a casa dela é um espaço onde já domina tudo e todos. Conhece tudo e sabe como conseguir as coisas com cada adulto que ela convive desde que nasceu. A escola irá lhe parecer em um primeiro momento um desafio que ela não está com vontade de enfrentar, o receio do novo. Por mais que os pais estejam apreensivos é importante procurar não passar essa preocupação à criança, mas sim ressaltar os pontos positivos, falando bem da escola, das novidades, dos amigos e brincadeiras. Os pais devem ainda tentar evitar de falar sobre as preocupações na frente da criança o que a deixará mais apreensiva. Dorzinhas de barriga, sono, manhas são esperadas nesse contexto.
Um aspecto difícil é muitas vezes o sentimento de culpa que passa pela cabeça dos pais de não poderem estar o tempo todo com seu filho, principalmente para as crianças que ficam período integral. Não há porque se sentirem assim, pois as crianças crescem, amadurecem e precisam de novas experiências com outros da mesma idade. Não é necessário se preocuparem, pois essa experiência, por mais longa e cheia de lágrimas dos dois lados, que seja, não traumatiza. Todos superam e certamente no futuro nem se lembrem desses primeiros dias na escola.
Essa fase pode parecer dolorosa, mas aos poucos, pais e criança começam a confiar na escolha que fizeram e a lidar com mais tranqüilidade e prazer com essa etapa que é fundamental na construção da personalidade da criança.

domingo, fevereiro 1






Para meus amigos.....vale a pena curtir.....



video

CAMPANHA DA FRATERNIDADE.


TEMA: Fraternidade E Segurança Pública
LEMA: “A Paz é Fruto da Justiça” (Is 32, 17)


A Campanha da Fraternidade (CF), realizada todos os anos pela CNBB, teve início em 1964 com temas que diziam respeito apenas à Igreja. A partir de 1973, a CF começou a mostrar uma maior preocupação com a realidade social do povo brasileiro e os temas começaram a dar destaque a promoção da Justiça e a situações existenciais do povo brasileiro como a realidade sócio-econômico-política, marcada pela injustiça, pela exclusão e por altos índices de miséria.

A CF é especialmente manifestada na evangelização libertadora, clama a renovar a vida da Igreja a transformar a sociedade, a partir de temas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

Meio para viver os três elementos fundamentais da espiritualidade quaresmal:

Oração
Jejum
Esmola



Objetivo Geral

Suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança para todos

Objetivos Permanentes:

Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo os cristãos na busca do bem comum;
Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho;
Renovar a consciência da responsabilidade, de todos, na Evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa(Justiça e Inclusão social) e solidária.

Objetivos Específicos:

Desenvolver nas pessoas a capacidade de reconhecer a violência na sua realidade pessoal e social, a fim de que possam se sensibilizar e se mobilizar, assumindo sua responsabilidade pessoal no que diz respeito ao problema da violência e à promoção da cultura da paz
Denunciar a gravidade dos crimes contra a ética, a economia e as gestões públicas, assim como a injustiça presente nos institutos da prisão especial, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para crimes comuns
Fortalecer a ação educativa e evangelizadora, objetivando a construção da cultura da paz, a conscientização sobre a negação de direitos como causa da violência e o rompimento com as visões de guerra, as quais erigem a violência como solução para a violência
Denunciar a predominância do modelo punitivo presente no sistema penal brasileiro, expressão de mera vingança, a fim de incorporar ações educativas, penas alternativas e fóruns de mediação de conflitos que visem à superação dos problemas e à aplicação da justiça restaurativa
Favorecer a criação e a articulação de redes sociais populares e de políticas públicas com vistas à superação da violência e de suas causas e à difusão da cultura da paz
Desenvolver ações que visem à superação das causas e dos fatores da insegurança
Despertar o agir solidário para com as vítimas da violência
Apoiar as políticas governamentais valorizadoras dos direitos humanos .



Oração Campanha da Fraternidade 2009


Bom é louvar-vos, Senhor, nosso Deus,


que nos abrigais à sombra de vossas asas,
defendeis e protegeis a todos nós, vossa família,
como uma mãe, que cuida e guarda seus filhos.

Nesse tempo em que nos chamais à conversão,
à esmola, ao jejum, à oração e à penitência,
pedimos perdão pela violência e pelo ódio
que geram medo e insegurança.
Senhor, que a vossa graça venha até nós
e transforme nosso coração.

Abençoai a vossa Igreja e o vosso povo,
para que a Campanha da Fraternidade
seja um forte instrumento de conversão.
Sejam criadas as condições necessárias
para que todos vivamos em segurança,
na paz e na justiça que desejais.

Amém.

Música da Campanha da Fraternidade 2009


1. Ó povo meu, chegou a mim o teu lamento, Conheço o medo e a insegurança em que estás. Eu venho a ti, sou tua força e teu alento. Vou te mostrar caminho novo para a paz

Refr.: Onde pões tua confiança? Segurança, quem te traz? É o amor que tudo alcança; Só a justiça gera a paz!

2. Quando o direito habitar a tua casa, Quando a justiça se sentar à tua mesa, A segurança há de brincar em tuas praças; Enfim, a paz demonstrará sua beleza

3. A segurança é vida plena para todos: Trabalho digno, moradia, educação; É ter saúde e os direitos respeitados; É construir fraternidade, é ser irmão.

4. É vão punir sem superar desigualdades; É ilusão só exigir sem antes dar. Só na justiça encontrarás tranquilidade; Não-violência é o jeito novo de lutar.

5. É como teia de aranha, a segurança (Jó 8,14) De quem confia só nas armas, no poder. Não é violência, não são grades ou vingança Que irão fazer paz e justiça florescer.

6. Eu desposei-te no direito e na justiça; Com grande amor e com ternura te escolhi. (Os 2,18) Como aceitar o desrespeito, a injustiça, A intolerância e o desamor que vêm de ti?!





Motivação na Aprendizagem

Autora: Cássia Ravena Mulin de Assis Medel

Um bom didata, tem no seu ânimo, fonte de motivação para todos...
Os professores estão sempre se perguntando sobre o que devem fazer para que os alunos realmente aprendam. Segundo o dicionário Silveira Bueno, motivação quer dizer exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Através dessas definições, pode-se constatar que estar motivado é estar animado, entusiasmado. Para isso, é necessário ter motivos para se chegar a esse estado.
Qualquer coisa que se faça na vida, é necessário primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender. O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Como por exemplo:
Dar tratamento igual a todos os alunos;
Aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola no momento de montar o currículo, incluir temas que tenham relação, isto é, estejam ligados à realidade do aluno, a sua história de vida, respeitando a sua vida social, familiar;
Mostrar-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor;
Ser paciente e compreensivo com o aluno;
Procurar elevar a auto-estima do aluno, respeitando-o e valorizando-o;
Utilizar métodos e estratégias variadas e propostas de atividades desafiadoras;
Mostrar-se aberto e afetivo para e com o aluno;
“Acolher” realmente o aluno;
Dar carinho e limites na medida certa e no momento adequado;
Manter sempre um bom relacionamento com o aluno, e consequentemente, um clima de harmonia;
Fazer de cada aula um momento de real reflexão;
Ter expectativas positivas acerca do aluno;
Saber ouvir o aluno;
Não ridicularizá-lo jamais;
Amar muito o que faz, a sua profissão de professor;
Mostrar para o aluno que ele pode fazer a DIFERENÇA, isto é, que ele tem o seu lugar e o seu valor no mundo;
Perceber que ele, o professor, pode fazer a DIFERENÇA, para o aluno;
O professor deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa , desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.


Outro texto simples e direto, e que possamos acolher nossos alunos com amor, e saber discernir as situações.....bejocas parta vocês....


texto retirado do site: http://sitededicas.uol.com.br/art_motivacao.htm

SERÁ?



Disciplina Dentro de Casa


"Educação não é a simples transferência do conteúdo de um livro, para o cérebro."
Autor: Jon Talber


A experiência do aprender não pode resultar de teorias, fazer isso é coisa inútil. Como atividade para momentos ociosos serve, mas não pode ser chamada de pedagogia.
Não desenvolvemos nosso tato, ou audição, ou paladar, o que na verdade ocorre, é a simples adaptação dos mesmos às condições ambientais. O resto é interpretação, é dar nomes ao que estamos fazendo, ao que estamos sentindo. Não se amplia o tato, ou audição, ou paladar, através do conhecimento adquirido, apenas nos especializamos em interpretar aquilo com o qual temos contato. Seria de grande utilidade que aprendêssemos sobre nós mesmos, antes de nos propormos a ensinar nossos filhos e alunos. Não deveríamos ensinar aquilo que não somos, mas podemos fazê-los repetir aquilo que também já repetimos. Isso não é educar, trata-se apenas de fazê-los, à força de alguma sugestão, adaptarem-se ao que também já nos adaptamos antes deles. Repassamos instruções, assim também como nos repassaram um dia. Instruções não educam, mas ajudam a tornar o indivíduo, um excelente profissional, um exímio imitador de gestos, expressões e palavras alheias.
Poderíamos começar do básico, com nossos medos. O que são os nossos medos e por que, a despeito de toda força da tradição, da cultura milenar, da nossa especialização que atinge o mais elevado nível intelectual, ainda não somos capazes de lidar adequadamente com ele? Por que ele persiste em nos atormentar vida afora apesar de todo poderio intelectual conquistado pelo homem até esse momento? Criam-se especialistas na psique humana, especialistas em angústias, em tristezas, mas a despeito de tanto empenho, por que tais perturbações continuam a fazer parte dos nossos mais importantes problemas? Não começamos agora, somos o resultado de milênios de cultura e tradição; do poder das autoridades doutrinárias, dos reformadores “bem intencionados”, das centenas de homens de “boa vontade” que já povoaram as muitas civilizações de todos os tempos, e nossos problemas, ao contrário de nós, não são coisa nova. Somos recentes sobre a terra, nossos problemas não o são. Perduram a milhares de homens e tradições; de mudanças e guerras sociais, e a despeito do progresso material alcançado, psicologicamente parece que não progredimos um passo sequer. Ainda somos tão medrosos quanto nossos mais primitivos ancestrais, e nossos estados emocionais, nunca compreendidos, portanto nunca resolvidos, continuam a ser nosso principal embaraço existencial. Por que insistem as instituições chamadas de educacionais, em manter os seus modelos que já sabem tratar-se de uma metodologia estúpida, e sem pretensão nenhuma de construir um homem sensato? São capazes de instruir alunos a se tornarem repetidores voluntários, que agindo como se fossem máquinas, vivem no seu dia a dia como autômatos, seguindo ordens, obedecendo à comandos, sem a menor sensibilidade; repletos de todos os medos e angústias que já experimentaram todos os outros homens. Não poderia ser diferente a angústia desse homem, uma vez que como imitadores perfeitos que são, que simplesmente se adaptam às situações do dia a dia, ou se deixam levar como pesos mortos, sem opor resistência alguma, ao sabor da correnteza, continuam a repetir até a forma dos sofrimentos dos ancestrais. Se o objetivo da vida de cada homem, “educado” segundo estes critérios for à manutenção do caos humano, da angústia e sofrimento que se arrasta civilização após civilização; da manutenção dos seus medos e violência, das guerras cujo objetivo é tão somente defender a supremacia de opiniões estúpidas e sem valor, então as escolas atuais são perfeitas para ele. Se ao contrário, qualquer uma dessas coisas o incomoda, não o são, uma vez que não cuidam de ajudar a resolver esse problema. Observando a ordem interna de nossas casas, logo podemos perceber, que o bom senso que buscamos fora dela, deve-se ao fato de não o praticarmos internamente. Na maioria das vezes, os melhores amigos de nossos filhos e filhas, não são seus pais, mas amigos de fora. Isso é quase uma regra geral, que faz parte da tradição e cultura, que é mesmo incentivado pelas escolas e pelos próprios pais, e alguns poucos que se aventuram em contrariar tal prática, logo são considerados estranhos, de fora de moda, ou caretas. A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo “formatadas” para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia. Mas como podemos construir nosso filho ou aluno, à imagem do bom senso, se as influências de todas as partes, a nosso ver, teimam em fazer o contrário? Será que o exemplo não começa dentro de casa? Afinal de contas, esse é o ponto de origem de qualquer criança. É seu ponto de partida e de chegada ao final do dia, ou do período que se mantém afastado dos pais.
Os problemas do mundo já existiam antes de nós existirmos. Não existem novos problemas, apenas novos indivíduos experimentando as mesmas coisas.
Supondo que caminhemos sobre uma linha reta, sobre a qual podemos andar para trás ou para frente; e qualquer que seja o sentido ou a direção que venhamos a tomar, será sempre, para trás ou para frente. É uma linha inflexível, e esta representa o que nesse momento somos como indivíduo; nossa inteira formação psicológica, nosso modo de avaliar coisas e pessoas, nosso arquivo pessoal de informações com as quais julgamos qualquer situação do nosso viver. Essa linha inflexível representa o tempo, o tempo necessário para a assimilação das idéias do mundo, e construção de nossa personalidade. Não são idéias novas, pois nem o mundo é novo, nem suas tradições são novas. Mas como seres recém chegados ao mundo, logo nos tornaremos tão velhos quanto suas idéias e tradições, pois são elas que formatarão nossas personalidades, e sentimentos, e medos, e angústias.
Podemos constatar tudo isso de uma forma muito singular. Perguntemo-nos se há em nós algum sentimento emocional único, nunca experimentado e rotulado antes por mais ninguém; e mais ainda, se há alguma idéia absolutamente nova em nossos pensamentos, uma vez que qualquer idéia se baseia em tudo que existe, e que já assimilamos do próprio mundo. A resposta será não, pois o mesmo conhecimento que formou minha psique é também do mundo, e está disponível para todos. É claro que cada cultura contribui com uma parte, e na parte de nossa cultura, nos encaixamos. E todas as culturas juntas, como fragmentos, formam o conhecimento do mundo, a mente, ou psique possível desse mundo. Isso inclui o conhecimento material e o emocional; os problemas criados e as soluções sempre parciais que se apresentam. Somos o resultado de tudo isso, e sensato seria questionarmos por que as soluções são sempre parciais, e por que ainda há o problema do medo, dos conflitos, do sofrimento. Passados tantos séculos de tentativas; de planos para colocar o homem em ordem, de repressão violenta com a mesma intenção; de reformas sociais e religiosas, sem um resultado definitivo, resta-nos questionar se o pensamento do homem, todo o seu conhecimento, é capaz de promover essa tal transformação. Podemos continuar a esperar pela escola, pelas reformas sociais ou políticas; que o tempo resolva a questão, a despeito de passados milhares de anos e civilizações, ainda não o ter feito, ou podemos, ao contrário, começarmos uma reforma em casa, um ajuste interno que não dependa mais de tais influências ou opiniões, de quem quer que seja. É um passo gigantesco, uma vez que não nos guiaremos mais por ninguém, nenhuma tradição ou propaganda. Será um aprendizado novo, a partir de nós mesmos, da prática com nossa família e amigos, do contato intimo com nossos filhos e cônjuges. Aprenderemos enquanto vivenciamos, enquanto sentimos; enquanto sofremos com nossos problemas, ou enquanto nos empenhamos em resolvê-los, e dessa experiência, certamente que nascerá um novo homem.





Vale a pena ler estes textos....é sempre uma reflexão sobre nossas atitudes.