segunda-feira, janeiro 26


EDUCAÇÃO INFANTIL... REFLEXÕES


Pode-se dizer que a Educação infantil é uma fase de preparação da criança como um todo. Nessa fase, o potencial afetivo, social, cognitivo, emocional, motor, etc... Da criança será estimulado. Através disso a prepara-se para a realização de outras atividades cada vez mais complexas, INCLUSIVE para aquelas nas quais irá aprender a ler, escrever, contar... Os objetivos da EI são mais amplos do que simplesmente dar condições para que uma criança se alfabetize. Tais objetivos , os que buscamos, serão atingidos - principalmente - através de atividades lúdicas. É no mundo do brinquedo e da brincadeira, no qual a criança pequena vive mergulhada a maior parte do seu tempo através do que lhe é mais atraente - este brincar - pode ajudar a criança a se desenvolver física e psicologicamente e chegar a tal nível que a alfabetização passe a ser sentida e vivida como um jogo, um desafio, uma brincadeira interessante e motivadora. Percebo diariamente na minha turma um interesse em aprender o mundo escrito e lido, uma vontade, uma brilho no olhar, um querer escrever. Muitos relacionam aquilo que falam e tentam escrever, misturam com a sua imaginação, com hipóteses pessoais e vão construindo sinais gráficos tentam representar através dos sinais o que precisam dizer, uma vez que o desenho somente ele já não expressa mais o desejo a vontade de falar, é preciso registrar de forma diferente. O trabalho com poesia, advinhações e contos está mexendo bastante com as crianças, levando-as a interpretações, memorizações, criações tanto de linguagem como de escrita e desenhos, percebo o grupo mais maduro, estão mais organizados, conseguem agrupar várias ordens.
A literatura infantil contribui para o crescimento emocional, cognitivo e para a identificação pessoal da criança, propiciando ao aluno, à percepção de diferentes resoluções de problemas, despertando a criatividade, a autonomia, a criticidade, que são elementos necessários na formação da criança de nossa sociedade atual. As situações de interação, contato e manuseio de diferentes materiais escritos são importantes para a aprendizagem da leitura e da escrita. Mas, será ainda mais enriquecedor se este manuseio e contato forem com histórias de literatura infantil, pois os desenhos maravilhosos e os enredos instigantes que se encontram explícitos nos livros são como uma chamada, um convite que fascina a criança, proporcionando-lhe imenso prazer e interesse.

sexta-feira, janeiro 23


Meninas sugestões solicitadas das vogais para
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quinta-feira, janeiro 22

Amo meus amigos!!


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A criança e o seu desenho.



A criança não nasce sabendo desenhar, mas constrói seu conhecimento acerca do desenho através da sua atividade com este objeto de conhecimento. Nesse sentido, a criança não desenha o que vê nos objetos, mas o que suas estruturas mentais lhe possibilitam que veja, e mais, em lugar de encontrar o mundo diretamente, a criança o interpreta. Dessa forma, o conhecimento não resulta da relação direta com os objetos, mas de sua interpretação e representação. Assim, a criança é o sujeito do seu processo, ela aprende a desenhar na sua interação com o desenho. O desenho é um modo de expressão infantil. Desenhar constitui, para a criança, uma atividade integradora, que coloca em jogo as inter-relações do ver, do pensar, do fazer e dá unidade aos domínios perceptivo, cognitivo, afetivo e motor. Sendo assim, a atuação pedagógica aqui no colégio é fundamental no apoio a esse processo evolutivo, zelando pela condição de liberdade de expressão e sustentação de tal manifestação. A cada manifestação, a criança está inter-relacionando seu conhecimento imaginativo e, assim, aprimorando esse sistema de representação gráfica. O grafismo é o meio pelo qual a criança manifesta sua expressão e visão de mundo, constituindo-se assim como uma linguagem artística, na qual sua elaboração é constituída por fases, conforme o nível de desenvolvimento infantil que é variável a cada criança e envolve também o exercício de uma atividade imaginária, que se relaciona a um processo dinâmico, em que a criança procura representar o que conhece e entende.
O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos. Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, a criança sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu. Com decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo a resposta aos movimentos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação e podem estar se referindo a coisas reais, imaginárias, ou até mesmo a outros desenhos.
Acompanhando a evolução do desenho de uma criança, em linhas gerais, podemos afirmar que inicialmente caracteriza-se pelo gesto motor, e nessa fase a criança ainda não atribui significado ao seu grafismo, seria o desenho involuntário.
No momento do desenho, a criança imprime marcas no papel de uma forma espontânea e em diversas direções, isso ocorre devido a ela ainda não ter adquirido o domínio motor e a proporção sobre o papel.
Num segundo momento o desenho constata certa analogia entre alguns dos seus traçados e um objeto real e considera seu desenho como representação do objeto, dando-lhe uma interpretação. Nessa etapa o desenho passa a ser voluntário, e a criança vai adquirindo a convicção de que pode representar através do desenho tudo o que deseja; busca várias formas na folha, sem coordenação muito precisa.
Vão surgindo então os círculos, em movimentos contínuos e instintivos, e assim a criança vai conseguindo representar vários tipos de desenhos; à medida que vai percebendo, começam os bonecos, sol, estrelas, etc. Começa a enunciar o que desenha, antes de desenhar vai encaminhando sua intenção, após o registro, ela vai interpretando e dando significado.
Chegando à terceira fase que varia entre cinco e seis anos, inicia o realismo intelectual, a criança está interessada em representar o objeto da forma mais real possível. Apesar das diferenças individuais de temperamento e sensibilidade, percebe-se que nessa fase aparecem temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais. Suas figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos na folha obedece a certa lógica, como o céu no alto da folha, a linha de base, o horizonte, delimitam e organizam o espaço.
A criança inicia a apropriar-se de processos variados como a descontinuidade, a transparência, o rebatimento e a mudança de ponto de vista. A descontinuidade consiste no desenho da linha de chão não apoiando os objetos sobre ela. A transparência refere-se a representação das partes ocultas de um objeto, como no caso do interior e do exterior de uma casa, ou, do corpo da figura sob as roupas. Através do rebatimento, a criança procura mostrar os dois lados de um objeto, como se ela estivesse no meio dele.
A cor vincula-se a expressividade, o colorido é mais alegre. O papel da cor é fundamental e realista, isto é, ela é essencial aos objetos reais. Para a criança o desenho mais semelhante ao objeto é aquele que traduz o que sua mente sabe ao respeito, incluindo todos os detalhes, e a sua interpretação. Nessa fase o realismo é muito mais visual, dá-se o início a perspectiva, os detalhes agora têm por finalidade particularizar as formas. O desenho é um exercício que abre portas para criatividade, para espontaneidade e para diversão. É uma maneira de lançar idéias, elaborar, crescer. Através do desenho, a criança tem a oportunidade de organizar-se externa e internamente, trabalhar a questão do espaço, ver-se e rever-se, fazendo um movimento de dentro para fora e de fora para dentro. Portanto, através do desenho, a criança supõe seu mundo interior, seus conflitos, seus receios, suas descobertas, suas alegrias, sua imaginação e o quanto está desenvolvendo-se. Sendo assim, nosso fazer pedagógico preocupa-se em oportunizar situações que privilegiem essa evolução da criança como ser integral.
Faz-se necessário uma reflexão relativa ao domínio do ato motor. O desenho é o registro do gesto, constituindo passagem de gesto à imagem. Essa característica e a referente possibilidade de representar graficamente configuram o desenho como precursor da escrita.
A construção do processo de leitura e escrita não está separada desse processo, pois a criança precisa passar por todas essas fases do desenho para iniciar sua escrita.
Alfabetização a princípio significa o domínio da leitura e da escrita, mas esse domínio é na verdade a conclusão de um longo processo. Para que uma criança seja alfabetizada, é preciso que ela passe antes por uma série de etapas em seu desenvolvimento, tornando-se então preparada para a aquisição da leitura e da escrita.
Primeiro ela vai perceber que existe um código escrito e um código desenhado, e então vai começar a buscar informações para entender essa complicada simbolização, e nesse momento deve ficar claro que não depende da vontade ou idade e sim dos conhecimentos que essa criança já elaborou sobre esse assunto.
Percebe-se que quando a criança desenha, escreve o mundo a sua maneira, representa, por exemplo, um cavalo azul através de um desenho e dali a instantes transforma num avião e depois aquele mesmo desenho poderá ainda ser um elefante. Porém a palavra cavalo representará sempre e apenas cavalo.
Fica claro que o signo visual ( desenho ) corresponde mais a maneira como a criança se expressa nesta fase, seu pensamento é essencialmente povoado por imagens. Vemos isto claramente expresso em desenhos que nos dão uma visão simultânea dos acontecimentos, sempre com um toque poético. Já o signo verbal implica a capacidade de analisar e ordenar necessariamente segundo uma seqüência lógico-linear. Exclui a simultaneidade, instaurando a linearidade, esta restrição se dá porque o signo verbal é altamente codificado.
Cada momento de evolução do desenho é crucial para o desenvolvimento da leitura e escrita, e que a criança nessa faixa etária precisa muito mais do que saber dizer o alfabeto, ler algumas palavras e ainda saber fazer contas mentalmente. A lógica do processo está presente desde o momento em que a criança começa a fazer círculos, pois apropria-se das formas geométricas, e estas vão dar base para todo o seu desenho e sua escrita, pois é a partir de um espaço geométrico e suas relações topológicas que se dá a construção da escrita e do desenho.
A matemática então é fundamental nessa construção, por isso procuramos dar sentido próprio a ela desenvolvendo a capacidade de interpretar, analisar, sintetizar, significar, transpor seu pensamento e representá-lo, percebendo que de um simples círculo, que inicialmente era somente risco involuntário, depois voluntário, passou a ser um “ cabeção” , um boneco, um sol, um olho, e finalmente uma letra, ou, um número e que principalmente tem uma significação muito diferente do desenho.
Outro momento fundamental da evolução se constitui na antecipação do ato gráfico, manifestado pela verbalização. A linguagem verbal é a base da linguagem gráfica constituída pelo desenho, e é através desse processo que procuramos estimular na criança a intenção prévia e o planejamento do pensamento. A fala é construtora do desenho: muitos detalhes gráficos são verbais, encadeados e unidos apenas oralmente. No caso da garatuja, onde o adulto vê somente um emaranhado de rabiscos, é quase como se houvesse dois desenhos: o que está no papel e o que a criança verbaliza. Em algumas ocasiões, ao invés de apenas nomear elementos isolados, as crianças contam pequenas histórias a partir dos desenhos, unindo as figuras representadas no papel. A linguagem oral, mediante o desenho, cria situações que ultrapassam os elementos gráficos. Esta narração, essencialmente verbal, impõe um caráter de texto gráfico ao conjunto de figuras produzidas; é a palavra que vai unir esses elementos, integrando-os.
Considerando o desenho como um elo entre a percepção e a imaginação, queremos provocar na criança o desenvolvimento da auto-expressão como percepção e apropriação da capacidade criativa e representativa.
O desenho é um processo de expressão rica de intenções, um processo pessoal que não permite igualar uma criança a outra. Precisamos evitar interpretações precipitadas e redutoras, geralmente com o intuito de adequar o desenho da criança.
A interpretação do desenho depende do olhar do intérprete, o primeiro intérprete é a própria criança, pois seu desenho é o lugar do provável, do indeterminado, das significações.
Ao olhar os desenhos devemos considerar não apenas o desenho como uma modalidade de expressão ou representação da realidade, mas também como o resultado de atividade intencional envolvendo aspectos cognitivos e emotivos. A partir do desenho a criança organiza informações, processa experiências vividas e pensadas, revela seu aprendizado e pode desenvolver um estilo de representação singular do mundo.



Referências Bibliográficas:
GREREIG, Philippe. A criança e o seu desenho.

segunda-feira, janeiro 19


Pensando em objetivos...conteúdos...habilidades..



Se o nosso trabalho estiver baseado em objetivos que respeitem a fase de desenvolvimento da criança..com certeza nosso trabalho será mais valioso...

OBJETIVOS DA Educação Infantil


• Propiciar a criança condições de ampliação de suas experiências e valorização de seu saber, dando-lhe oportunidade de compreender e transformar o mundo e as relações sociais (culturais, políticas, econômicas etc.) em que vive de forma crítica e criativa.
• Favorecer um ambiente rico em estímulos, onde a criança poderá conhecer, viver novas experiências, expressando seus pensamentos, sentimentos e emoções livremente.
• Oportunizar a criança, a vivência de situações que favorecem o desenvolvimento da integração, participação, solidariedade, responsabilidade, criatividade e convivência, onde a criança possa crescer na sua autoconfiança e autonomia, na capacidade de adquirir e criar conhecimentos e enfrentar as dificuldades que se lhe apresentam, através da organização de um ambiente educativo, democrático e igualitário.
• Assegurar o envolvimento, a participação da comunidade no processo educativo, ser um centro animador e integrador das pessoas, lutas e movimentos existentes na comunidade.

OBJETIVOS E CONTEÚDOS






A nível geral podemos dizer que o que sugerimos nesta "Proposta pedagógica" atendem três dimensões diferentes, mas, profundamente interligadas, no trabalho educativo com a criança do pré-escolar.
• Atender às necessidades próprias da criança com que trabalhamos.
• Desenvolver integralmente as potencialidades da criança enquanto pessoa, segundo o projeto político desta proposta.
• Introduzir a criança à experiência sistemática da reflexão e construção do conhecimento.
Desta forma, tentamos organizar os conteúdos de maneira que possam ser trabalhados com crianças de 3 meses a 4 anos, aproximadamente. A divisão por faixa de idade foi uma forma de organizar os conteúdos de maneira crescente, aumentando as dificuldades de uma etapa para outra e também porque as pré-escolas assim dividem as crianças, em turmas por faixa de idade.

ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO INDICADAS POR JEAN PIAGET


As idades aqui colocadas seguem etapas de desenvolvimento indicadas por Piaget. É importante clarear que estamos fazendo esta proposta pedagógica com algumas sugestões de conteúdos. Estaremos então, trabalhando com algumas noções que estarão atendendo a um certo nível de desenvolvimento da criança, sem, entretanto, seguir rigidamente à divisão feita por idades.
Um dos aspectos colocados na teoria de Jean Piaget é a importância de permitir que a criança vá alcançando cada uma das etapas do desenvolvimento, dentro do seu próprio tempo , pois o processo é o mais importante (cada criança tem o seu momento).
O objetivo desta proposta de conteúdos é o de ajudar as educadoras a organizarem e planejarem a sua prática diária, mas queremos colocar que a proposta é aberta a contribuições que possam surgir. Outro ponto importante, é que caberá à educadora criar formas para trabalhar estas sugestões de conteúdos, levando em conta as necessidades das crianças.
Quando pensamos nos conteúdos que foram colocados nesta proposta pedagógica, tivemos em primeiro lugar uma preocupação em propor alguns conteúdos, que na prática, sabíamos que podiam ser ensinados às crianças.

Os conteúdos estão agrupados da Seguinte forma:
• Atitudes e Atividades
• Linguagem
• Matemática
• Ciências: biologia, física, química e sociais
• Artes
• Desenvolvimento Afetivo
• Desenvolvimento Social
• Psicomotricidade
• Noções básicas de higiene e saúde física mental

ATITUDES E ATIVIDADES

3 a 6 meses:
• Mudar de posição, deitar de costas, de lado
• Rolar, virar de bruços, de costas, arrastar
• Tocar objetos de tamanhos e formas variadas
• Massagear e estimular a criança tocando-a
• Acompanhar pessoas e objetos com os olhos
• Atirar brinquedos sonoros
• Balançar, ninar
• Dar objetos na mão, coloridos, luminosos
• Discriminar o conhecido ou desconhecido
• Pegar objetos fora do alcance
• Interpretar a linguagem verbal e não verbal da criança
• Repetir sons
• Ouvir músicas
• Manter a mesma pessoa para estabelecimento de vínculo afetivo
• Falar com a criança, sorrir, acariciar
• Passear e perceber outros ambientes
• Mover simultaneamente os braços e pernas da criança (esse exercício vai ajudá-la a ter mais força e controle)
• Fazer carinhos na criança para que relaxe os músculos e se sinta amada
• Acariciar as costas, isso fortalece os músculos e acalma a criança
• Mostrar objetos que a rodeiam e que ela pode seguir com os olhos
• Brincar com objetos, a brincadeira é importante para que a criança comece a conhecer as coisas
• Dar mamadeira com a criança no colo sempre que for possível
6 a 9 meses:
• Deixar a criança em um espaço sem obstáculos (para engatinhar)
• Colocar obstáculos (almofadas) no espaço para dificultar o trajeto
• Brincar com a criança de esconder o rosto
• Tocar objetos sonoros (sinos, chocalhos) para que a criança os localize
• Imitar sons e gestos
• Deixar a criança segurar objetos
• Brincar de arrastar, passar de deitado para assentado, assentar
• Engatinhar, trocar de posição
• Erguer-se com apoio
• Brincar com as mãos e pés
• Explorar a luz, sons, o paladar, os cheiros
• Explorar o meio ambiente: arrastar, rolar, engatinhar, girar, ter contato com locais e objetos de texturas diversas
• Brincar de esconde-esconde
• Imitar ações e objetos
• Reconhecer o próprio nome
• Imitar sons
• Entender o "dá", "não", "vem"
• Passear ao ar livre
• Segurar a mamadeira
• Favorecer a mastigação
• Conhecer pessoas diferentes
9 a 12 meses:
• Brincar de andar, correr, saltar, girar, descer, alcançar
• Desenvolver o pegar com pequenos objetos Empurrar e puxar
• Empurrar e puxar objetos
• Rasgar e amassar papel
• Entender ordens simples
• Imitar sons, repetir palavras
• Ouvir e cantar
• Mostrar as partes de corpo
• Usar copo e colher
• Lavar as mãos
• Conviver com crianças maiores
• Explorar a luz, sons, paladar, cheiro
• Explorar o meio ambiente, rolar, arrastar, engatinhar, girar, andar, ter contato com os locais e objetos de texturas diversas
• Resolver pequenos problemas
• Explorar brinquedos que produzem ações interessantes
• Identificar a si mesma
• Identificar figuras coloridas
• Engatinhar e conhecer o que a rodeia
• Ajudar a criança para que ela possa andar
• Explorar brinquedos de encaixar
13 a 24 meses:
• Rolar no chão e colchão
• Brincar de esconde-esconde
• Correr distâncias variadas
• Empurrar carrinhos, caixas de papelão, etc
• Fazer a criança passar por pequenos obstáculos
• Amassar papel
• Desenhar
• Folhear revistas diversas
• Bater palmas acompanhando canções
• Utilizar lápis de cera e tinta
• Contar pequenas histórias
• Imitar sons e cantar músicas variadas
• Introduzir o piniquinho
• Deixar a criança tentar se vestir e despir
• Facilitar e propiciar o uso da colher nas refeições
• Desenvolver hábitos sociais (jogar beijinhos)
• Utilizar materiais com texturas e formatos variados
• Propiciar à criança a oportunidade de ouvir músicas
• Manipular objetos ou brinquedos, para que a criança atinja um objetivo

PSICOMOTRICIDADE

2 a 3 anos:
• Andar, correr, pular mantendo-se em equilíbrio durante um período de tempo
• Sentar em posição correta
• Deitar, rolar e rastejar-se no chão
• Modelar massinha
• Pegar, enfiar, recortar, encaixar, dobrar, amassar, desamassar papéis em diferentes formas
• Desenhar
• Dançar livremente
• Inventar jogos com bola
• Exercitar com corda
3 a 4 anos:
• Subir e descer escadas alterando os pés com firmeza
• Subir e descer de lugares difíceis
• Saltar
• Agachar, galopar
• Dançar seguindo o modelo
• Abrir e fechar objetos
• Inventar jogos com bola

NOÇÕES BÁSICAS DE HIGIENE E SAÚDE FÍSICA E MENTAL

• Desenvolver nas crianças as noções básicas de higiene e saúde (lavar as mãos, escovar os dentes, manter a escola limpa, usar papel higiênico, usar o sanitário, assoar o nariz, pentear-se)
• Estudar as condições de saúde da escola e da comunidade
• Estudar a questão da poluição do ar, da água, da conservação da natureza (ecologia)
• Formar hábitos alimentares
• Discutir as questões gerais (econômicas, políticas, sociais, culturais), ligadas à saúde e higiene
• Brincar com brinquedos que a criança possa puxar o cordão
• Imitar animais
• Modelar com massinha
• Empurrar e puxar caixas e/ou outros objetos
• Brincar de roda
• Correr distâncias variadas
• Saltar com os dois pés
• Passar por cima, por baixo, entre distância variadas
• Empilhar objetos
• Brincar de bola
• Utilizar cordas e linhas no chão em jogos ao ar livre
• Utilizar saquinhos de areia de tamanho e volumes variados
• Utilizar giz de cera, tinta, argila e massa
• Utilizar jogos de encaixar, enfiar e de construção
• Brincar ao ar livre para que as crianças percebam cheiros variados, bem como forma e textura
• Brincar com a modulação da voz alternada (alta, baixo)
• Perceber pequenas diferenças nas gravuras
• Utilizar o jogo simbólico através da dramatização e imitação (bichos, pessoas, situações)
• Explorar formas e funções dos objetos
• Manipular os blocos lógicos ou materiais que possibilitam agrupamentos e seriações variadas
• Contar histórias
• Trabalhar em rodinha, surpresas, novidades, etc
• Utilizar copo, colher, etc
• Trocar-se, vestir-se, abotoar-se, calçar, pentear-se, etc
• Escovar os dentes após a merenda e almoço
• Desenvolver hábitos sociais (cumprimentar na chegada e despedir-se na saída)
• Trabalhar sons com a boca (estalar, etc)

LINGUAGEM

2 a 3 anos:
• Memorizar músicas, versos, jogos de imitação, etc
• Socializar e descontrair - fase de adaptação
• Fazer e pregar fichas com nomes de objetos existentes na sala
• Propiciar a ação verbal, o aumento do vocabulário, a organização do pensamento e da comunicação
• Vivenciar situações sistemáticas de leitura e escrita
• Criar um ambiente alfabetizador (a criança deverá ter acesso a jornais, revistas, livros, etc)
• Proporcionar condições para o desenvolvimento da criatividade e da expressão artística (pintura, modelagem, recorte, desenho)
• Ouvir, contar e ler histórias
3 a 4 anos:
• Desenhar e escrever do jeito que a criança sabe (escrita espontânea)
• Diferenciar desenhos da escrita
• Montar um ambiente alfabetizador onde a criança poderá ter acesso a diferentes textos escritos (histórias, livros, cartas, receitas, jornais, álbuns, poesias, revista em quadrinhos, etc)
• Propor atividades com os nomes das crianças, fazer crachás com desenho e escrita (observar, conhecer e escrever o próprio nome e as palavras mais detalhadas nos temas.



MATEMÁTICA

3 a 4 anos:
• Conhecer as cores primárias (azul, vermelho, amarelo)
• Ajuntar/separar, abrir/fechar, encaixar os objetos
• Conceituar: maior/menor, grosso/fino, cheio/vazio, áspero/liso, duro/mole, quente/frio, dentro/fora, depressa/devagar, rápido /lento, alto/baixo, leve/pesado, etc
• Ordenar com três elementos
• Trabalhar transformações dos objetos físicos, exemplo: terra + água = barro
• Ordenação em cinco elementos
• Comparar seres e objetos colocando-os em ordem e graduando-os de acordo com suas diferenças, exemplo: do mais claro para o mais escuro
• Trabalhar as horas especiais: recreio e refeição

CIÊNCIAS:

3 a 4 anos:
• Homem/mulher: conhecer suas necessidades (alimentação, vestimenta, etc)
• Identificar as pequenas partes do corpo: tornozelo, dedos, orelhas, pulso, etc
• Observar e identificar as características dos animais: onde vivem, alimentação, etc
• Comparar os animais selvagens e domésticos
• Observar experimentos simples como a germinação (plantar feijão no algodão e na terra)
• Identificar os tipos de plantas: árvores, legumes, folhas, frutos
• Identificar as estações do ano: verão, outono, inverno, primavera
• Explorar as estações, as vestimentas, alimentação, correspondente, etc

CIÊNCIAS
2 a 3 anos:
• Observar e identificar o sons produzidos pelo corpo e objetos
• Observar os fenômenos da natureza (nuvem, chuva, vento)
• Observar os astros (sol, lua, estrelas)
• Identificar: dia/noite

3 a 4 anos:
• Identificar dia/noite, claro/escuro
• Fazer experiências com a água em seus variados estados: líquido, sólido(gelo), gasoso
• Reconhecer as diversas fontes de calor: sol, lâmpada, fogão, fogueira, vela, lampião
• Observar fenômenos da natureza: relâmpago, trovão, raio, arco-iris

CIÊNCIAS
2 a 3 anos:
• Fazer experiências com misturas: tinta, cola, água com areia, papel, plástico, madeira, pano
• Misturar tintas (cores primárias: vermelho, amarelo, azul)
3 a 4 anos:
• Identificar e conhecer alimentos: salgado/doce
• Experiências de misturas de líquidos e sólidos

Natureza e Sociedade:

2 a 3 anos:
• Identificar a escola (conhecer o espaço físico da escola
• Identificar as pessoas que trabalham na escola e suas funções
• Conhecer e reconhecer o caminho de casa até a escola (pontos de referência: padaria, posto de gasolina, supermercados, etc)
• Levantar a história da escola
• Imitar sons de veículos
• Mostrar tipos diferentes de moradia
3 a 4 anos:
• Identificar tipos de transportes
• Identificar e conhecer tipos de profissões existentes no bairro
• Trabalhar o lugar onde moram (endereço, rua número e bairro)
• Reconhecer a si próprio como membro de uma família
• Identificar membros da família
• Trabalhar os meios de comunicação: telefone, televisão, rádio, jornais, revista, etc
• Conhecer a existência de diferentes modelos de famílias: alimentação, vestimentas, tipos de trabalho, lazer

DESENVOLVIMENTO AFETIVO

2 a 3 anos:
• Expressar os sentimentos e emoções através da pintura, modelagem, desenho, etc
• Despertar a curiosidade da criança
3 a 4 anos:
• Desenvolver a criatividade (inventando história, dramatizando, fazendo construções, pintando, desenhando, dançando, cantando

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

2 a 3 anos:
• Brincar e trabalhar com outras crianças
• Transmitir recados simples
• Conversar com outras crianças e adultos
• Emprestar seus brinquedos e materiais
São idéias.....que devem ser adaptadas a cada realidade, cada meio social, cada cultura.......beijos ...até amanhã..


domingo, janeiro 18

CARTAZES SOBRE REGRAS....











ALGUMAS IDÉIAS PARA PAINÉIS DA SALA DE AULA...















sábado, janeiro 17


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MODELO DE CALENDÁRIO DIVERTIDO:

O QUE ABORDAR?

1. QUE DIA É HOJE?
1.1. Perceber a passagem do tempo, dia após dia, durante o ano;
1.2. Ir identificando os dias da semana e meses do ano;
1.3. Localizar determinadas datas no calendário;
1.4. Identificar o dia de hoje, ontem e amanhã;
1.5. Identificar os números no calendário;
1.6. Observar a irregularidade do número de dias dos meses do ano;
1.7. Conversar com eles fatos significativos para que se orientem melhor: dias que as crianças não freqüentam a escola; dias dos aniversários dos alunos, comemorações habituais da escola; condições climáticas chegada das estações do ano, etc.





NÚMEROS E QUANTIDADES.











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LIVRO DOS NÚMEROS...





sexta-feira, janeiro 16

Alguns modelos de alfabetos.....e que eles sejam trabalhados da maneira mais lúdica e significativa para as crianças!!